Jundiaí

Instituição sem fins lucrativos oferece mais qualidade de vida

ESPERANÇA Instituto de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico oferece atendimentos nas áreas da saúde e educação a pessoas em vulnerabilidade social


    ALEXANDRE MARTINS
Adriana Correia adorou o atendimento recebido e diz que já indicou o Instituto para mais de 30 pessoas
Crédito: ALEXANDRE MARTINS

O Instituto de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (IIDETEC) é uma associação civil sem fins lucrativos, que possui como objetivo incentivar e desenvolver atividades de ciências, tecnologia e gestão em projetos de saúde, educação e inovação. A associação atende a população do Aglomerado Urbano de Jundiaí (AUJ), gratuitamente.

Tânia Nero dos Santos Viana, 47, fisioterapeuta pós-graduanda em osteopatia, explica como o Instituto se mantém. "Recebemos doações e ajuda da população, de empresários e do nosso grande parceiro e também idealizador do projeto, Edison Maltoni", conta.

A diretora-clínica salienta o atendimento multidisciplinar. "Trabalhamos com rotatividade de dias. Em um dia trabalham os fisioterapeutas, no outro são os psicólogos, no outro são profissionais da educação e por aí vai", explica. "Acreditamos que problemas psicológicos irão desencadear problemas de saúde. Nossa tentativa é atender todas as necessidades dos pacientes", conta Tânia.

Josiane Fernanda Pedrassolli Spinace, 32, fisioterapeuta, afirma que a pandemia afetou o Instituto. "No começo, sentimos uma queda nos atendimentos. Depois que as pessoas acostumaram com a pandemia, muitas voltaram a nos procurar e também começamos a receber novos pacientes", diz. "A maioria dos casos tem a ver com a ansiedade e a mudança na rotina. Isso intensifica as dores e faz com que os pacientes saiam de casa, mesmo com medo do vírus", aponta.

Por conta da procura, há fila de espera para 40 pessoas. "Hoje temos uma fila de espera, em torno de 40 pessoas. Atendemos oito pessoas por dia na área da osteopatia", conta Josiane.

"Nós, profissionais da saúde, temos o sonho de melhorar a vida dos pacientes. Buscamos oferecer a osteopatia para um público que não tem acesso", diz Tânia. "A fisioterapia oferece um mapeamento do corpo e dos sintomas do paciente, para identificarmos as causas", afirma. "Sempre quis ajudar um grande número de pessoas e a osteopatia estimula uma melhora muito mais rápida", explica Josiane.

QUALIDADE DE VIDA

Adriana Tosin Correia, 46 anos, é acupunturista e paciente no IIDETEC. "Descobri o lugar por uma paciente minha de acupuntura. Marquei para o meu pai, mas ele não quis ir. Para não desperdiçar a oportunidade, eu fui", conta. "Eu tenho uma doença rara chamada 'miastenia gravis', que provoca grande perda de força nos músculos. Passei por uma cirurgia que deu errado e meus órgãos ficaram fora do lugar, causando mais desconforto", lamenta.

A melhora da acupunturista é bastante visível. "Eu fiz 16 semanas de tratamento e agora vou a cada 15 dias, não sabia que a osteopatia me ajudaria. Passei a ter melhor qualidade de vida, as massagens feitas pela Josiane ajudaram a colocar tudo no lugar e eu me sinto bem melhor", comemora. "Apesar de ser uma doença degenerativa, fiquei encantada com o tratamento", conta Adriana. A acupunturista se emociona. "Eles mudaram a minha vida para melhor, me deram esperança. Sou muito grata por tudo", encerra.

Maria Auxiliadora da Silva, 63, é ajudante de cozinha e fala sobre seu tratamento. "Minha filha descobriu o Instituto e me contou. Eu tinha muita dor na perna, sofri muito de outubro até janeiro. Antes ela marcou uma consulta pro marido dela e depois para mim", diz.

"Eu tenho complicações na perna e na coluna, sinto muitas dores. Consultas particulares são caras e eu não podia pagar", conta. "Comecei o tratamento no início desse mês. A próxima consulta é em março. Eu percebi que na rede particular os médicos nem colocam a mão na gente direito, não faz efeito. Só na primeira sessão no IIDETEC eu já me senti melhor", afirma a ajudante de cozinha.

Maria conta como a osteopatia é um tratamento interessante e eficaz. "Das três vezes que fui, já me senti muito melhor do que diversas outras fisioterapias que já frequentei", aponta. "Você chega, eles preenchem um papel, perguntam tudo sobre você, sua vida e o que você sente. Já no posto de saúde, eu passei em outubro e não me chamaram até hoje, nem para fazer um raio-x", explica.

"Achei as técnicas muito interessantes. Sempre fiz exercícios e não senti nenhuma melhora. As massagens, por outro lado, surtiram efeito bem rápido. Tudo é diferente", diz a ajudante de cozinha.

"Em pouco tempo, o IIDETEC mudou a minha vida. Sou muito grata por ter tido a oportunidade de conhecê-los, fiquei bastante feliz quando me ligaram. O atendimento é excelente, pretendo continuar", encerra Maria.

SERVIÇO

Para mais informações sobre os serviços oferecidos acesse o site https://iidetec.com.br ou pelo telefone 4526-7652.


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