Jundiaí

Entidades continuam atendendo, mas com foco na higienização

SEGURANÇA A pandemia fez com que instituições de saúde em Jundiaí redobrassem as medidas de segurança para garantir atendimento a todos os assistidos


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Renata de Moura afirma que a Bem-Te-Vi faz atendimentos individuais
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Algumas instituições em Jundiaí são centros de referência em atendimento de diversas síndromes e doenças e, mesmo com a pandemia, continuaram mantendo o atendimento aos assistidos, seguindo todos os protocolos de segurança e reforçando a higienização.

Referência em atendimento à visão por toda a região, o Instituto Jundiaiense Luiz Braille de Assistência ao Deficiente da Visão manteve as consultas e cirurgias aos pacientes que precisavam. A coordenadora administrativa Lourdes Vieira, conta que o atendimento diminuiu, mas não por conta da instituição.

"Percebemos que os pacientes estão com muito medo. Acredito que 70% do nosso público é idoso e a covid preocupa muito, por isso estamos recebendo muitos pedidos de desmarcação de consultas e cirurgias. Só para se ter uma ideia, entre os dias 8 e 15 deste mês, havia 1,3 mil consultas agendadas e 360 pessoas faltaram", relata.

Apesar disso, os atendimentos estão mantidos normalmente, seguindo todos os protocolos de segurança. "Estamos trabalhando com horário agendado e permitindo um acompanhante por paciente. Montamos uma tenda para quem está aguardando, mas reforçamos que é importante que o paciente traga apenas um acompanhante, se necessário. Todos os profissionais estão seguindo rigorosamente os protocolos recomendados, como aferição de temperatura, uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento, para garantir o atendimento seguro aos pacientes", ressalta.

De acordo com a assistente social do Centro de Atendimento à Síndrome de Down Bem-Te-Vi, Renata Rosa de Moura, os atendimentos continuam normais e presenciais para os 109 assistidos.

"Os atendimentos estão ocorrendo de maneira individual por meio de horários agendados. A maioria vem uma ou duas vezes por semana. Mesmo assim, alguns deles estão com atestados para não precisarem vir até a instituição, seja por uma comorbidade ou por dificuldade de locomoção, já que muitas famílias dependem do ônibus. Tudo é acordado entre a Bem-Te-Vi e as famílias, mesmo assim esses assistidos estão sendo atendidos on-line, para garantir o tratamento e preservar a saúde", explica.

Renata salienta que todos os cuidados com a higienização e medidas de segurança foram redobrados neste período. "Todos os profissionais usam máscaras, incluindo a face shield. Além de aventais e álcool em gel o tempo todo. Os atendimentos terminam sempre cinco minutos antes para dar tempo de higienizar as salas e temos uma equipe que limpa o prédio durante o dia todo. Estamos muito preocupados com a situação e tomando todos os cuidados, pois infelizmente perdemos um assistido para a covid", afirma.

Dos 109 assistidos, 25 são adultos, que frequentam a instituição para salas de pedagogia, que ainda não voltaram. Os adultos continuam em atendimento terapêutico e psicológico.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais APAE de Jundiaí informou que os atendimentos referentes à saúde dos assistidos estão acontecendo normalmente, de maneira presencial ou remota, das 8h às 17h.

VACINAÇÃO

Referente a vacinação dos profissionais da saúde que não atuam na linha de frente do combate ao covid-19, a Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) aguarda a disponibilização de novas grades de vacinação liberadas pelo pelo governo do estado de São Paulo e Ministério da Saúde. A vacinação segue os grupos e as datas determinadas pelo Plano Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde (MS).


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