Jundiaí

Jundiaí amplia leitos de UTI públicos no HSV para atendimento covid-19

Nesta sexta-feira (19), a Prefeitura de Jundiaí e o Hospital São Vicente de Paulo (HSV) ampliam em mais 5 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a ala pública dedicada exclusivamente para o tratamento de COVID-19.


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Prefeitura e São Vicente de Paulo (HSV) ampliam mais 5 leitos de UTI
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Nesta sexta-feira (19), a Prefeitura de Jundiaí e o Hospital São Vicente de Paulo (HSV) ampliam em mais 5 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a ala pública dedicada exclusivamente para o tratamento de COVID-19. Esta é a sétima ampliação no mês. A partir de hoje são 88 leitos de UTIs e 100 leitos de enfermaria públicos para o atendimento da população. A ampliação, no entanto, alcança 98% da estrutura do hospital centenário, chegando próximo ao limite estrutural de atendimento.

“Vivenciamos o maior desafio da pandemia até agora. Conseguimos, com esforços, planejamento e ações intensificadas manter o atendimento para todos. No entanto, chegamos a um momento crucial, em que somente com o apoio da população no cuidado próprio e com o próximo, será possível conter a circulação do vírus e a consequente pressão nos sistemas hospitalares. A administração tem feito a sua parte, mas é preciso que cada um faça a sua”, explica o prefeito Luiz Fernando Machado.

De acordo com dados do HSV, na semana encerrada no dia 14/03, foram registradas 129 internados por COVID-19. O número é 30% maior que o registrado na pior semana de junho do ano passado, quando 99 pessoas ocupavam o leito público exclusivo COVID-19. Naquele período, o crescimento foi cadenciado e demorou três meses para alcançar os piores indicadores. Nesta nova fase da doença, o crescimento acelerado é registrado em 20 dias, passando de 59 leitos públicos exclusivos COVID-19 para 129, ou seja, crescimento de 118%.

“As pessoas que estão sendo internadas neste momento mudou em relação ao pico da pandemia. Temos 10% mais pessoas abaixo de 60 anos contaminadas e internadas que em relação ao pior pico vivenciado no ano passado, no mês de julho. Agora, além de o jovem ser contaminado e transmitir para os mais idosos, também passa a sentir os impactos mais severos da doença, ocupando leitos por mais tempo até a evolução final, seja positiva ou negativa”, explica o gestor da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) Tiago Texera.


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