Jundiaí

Caixa padrão protege hidrômetros em imóveis

A DAE Jundiaí orienta os clientes sobre a importância de instalação de uma caixa padrão para abrigar o hidrômetro


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Segundo a diretoria Comercial e Financeira da DAE, foram registradas uma média de 13 furtos por mês, em 2020: cliente deve registrar Boletim de Ocorrência e entrar em contato com o 08000 133 155
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A DAE Jundiaí orienta os clientes sobre a importância de instalação de uma caixa padrão para abrigar o hidrômetro: com estrutura metálica, ela protege o equipamento de danos e eventuais furtos. A medida atende ao previsto no Artigo 20 do Regulamento de Serviços, aprovado pela Agência Reguladora ARES-PCJ (Resolução nº 151, de 03/11/2016), que afirma que “é responsabilidade do cliente zelar pela segurança e integridade das instalações e equipamentos de medições localizados em seu imóvel”.

Feito de cobre e latão, o hidrômetro tem sido alvo de furtos. Segundo a diretoria Comercial e Financeira da DAE, por meio da Seção de Micromedição (SMI), foram registradas uma média de 13 furtos por mês, em 2020. “Isso acontece principalmente em imóveis que possuem cavalete sem a caixa padrão, tornando mais fácil o acesso”, explica o diretor da área, Benedito Pedro de Almeida Nogueira.

Nessas situações, o cliente deve registrar o Boletim de Ocorrência e entrar em contato com a Central de Relacionamento da DAE, pelo telefone 08000 133 155, para relatar o ocorrido e solicitar a reposição do hidrômetro. O equipamento com diâmetro de ¾ de polegada, o mais comum, custa em torno de R$ 111,00.

Para o diretor de Manutenção, João José Viveiros, a população tem que estar ciente da importância do uso da caixa padrão. “Além de melhorar o rendimento nos serviços prestados, também contribui para uma maior segurança”, avalia.


Multa e corte de água

A DAE também está atenta às violações de hidrômetros e às ligações clandestinas, o chamado “gato”. Nesses casos, as suspeitas e denúncias são verificadas e, se confirmadas, o cliente terá a ligação cortada e será aplicada multa pela infração cometida, de acordo com a Portaria 123, de 18/11/2013, cujo valores são R$ 3.390,00 (violação) e R$ 6.780,00 (ligação clandestina). Também serão estimados e cobrados o volume de água subtraído, a coleta e o tratamento de esgoto durante o período da infração.

Para regularização, o cliente deverá entrar em contato com a Central de Relacionamento e agendar um horário para ir a um dos Postos de Atendimento. Ali, será possível solicitar a religação, pagando a tarifa e negociar os débitos pendentes. Em caso de não pagamento, medidas judiciais cabíveis são tomadas. “Estas ações se caracterizam crime e quem as comete pode responder por furto de água”, reforça Nogueira.


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