Jundiaí

Grendacc completa 26 anos com destaque para as parcerias médicas


ALEXANDRE MARTINS
Isabela Bastos Cardoso, presidente do Grendacc
Crédito: ALEXANDRE MARTINS

Em seu 26º aniversário, a ser comemorado no dia 18 de julho, o Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc) reforça a importância das parcerias e investimentos na área de saúde, em especial no Hospital da Criança.

Além da excelência no tratamento contra o câncer e doenças hematológicas, a instituição oferece consultas com especialistas pediátricos, exames e cirurgias com médicos altamente qualificados. Uma dessas parcerias é com a médica otorrinolaringologista Regina Mizutani que possibilita que as crianças realizem o exame Bera, feito em bebês quando há alguma perda auditiva, mas com sedação no centro cirúrgico.

Outras novidades são os exames de ecocardiograma fetal, feito pela médica cardiologista Claudia Davini e a cirurgia para correção de lábio leporino, executada pelo renomado cirurgião plástico Rafael Denadai.

Segundo Isabela Bastos Cardoso, presidente do Grendacc, o Hospital da Criança tem profissionais altamente qualificados em diversas especialidades pediátricas e quer levar esse atendimento para mais famílias de Jundiaí e região. "Ao nos tornarmos referência em especialidades pediátricas iremos aumentar o volume de atendimentos realizados pela nossa instituição e assim fazer com que o Hospital da Criança seja autossustentável. Isso faz parte do processo de profissionalização que estamos trabalhando desde 2020", explica.

Ações e estratégia
A presidente explica que uma estratégia de planejamento está sendo traçada para a instituição e tem três objetivos principais: Tornar o Hospital da Criança autossustentável; ampliar a captação de recursos e nos tornamos uma equipe de alta performance em pediatria geral como já somos na área de oncologia e hematologia pediátrica.

Hoje, o Hospital da Criança do Grendacc precisa da ajuda da sociedade para se manter em funcionamento e pagar os custos mensais de R$ 1,5 milhão. Isso porque os convênios e as parcerias com as prefeituras não são suficientes para cobrir os custos dos tratamentos oncológicos, que são extremamente caros. "No mês de abril, por exemplo, tivemos um pico nos custos devido à chegada de novos pacientes", comenta Isabela.

Em 2020, 4.850 pacientes foram atendidos nas especialidades pediátricas, e em 2021, até 30 de junho, foram 2.488. Já na oncologia, 1.647 pacientes passaram por avaliação em 2020, e até 30 de junho deste ano, outros 975. Vale ressaltar que atualmente 21 pacientes estão em tratamento efetivo na instituição – ou seja, fazendo quimioterapia ou radioterapia – e outros 50estão em acompanhamento.


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