Jundiaí

Furtos de placas de identificação seguem sem culpados

Na semana passada, alguns túmulos do Cemitério Nossa Senhora do Montenegro foram violados


ARQUIVO JJ
Roubos ocorreram no Cemitério Nossa Senhora do Montenegro
Crédito: ARQUIVO JJ

O furto de placas de identificação dos túmulos do Cemitério Nossa Senhora do Montenegro deixou os proprietários indignados. Na semana passada, alguns túmulos foram violados, mas apesar de proprietário não ter feito Boletim de Ocorrência, a Fundação Municipal de Ação Social (Fumas), órgão que responde pelos cemitérios públicos, relata a importância do registro.

Mesmo sem dados de quantos furtos ocorrem desta natureza, a Fumas informa que as placas de identificação não fazem parte da estrutura das sepulturas dos cemitérios municipais, mas quando ocorre o furto desse material, as famílias são orientadas a registrar o boletim para que o mesmo passe a integrar a estatística da Secretaria de Segurança Pública.

Segundo o Serviço Funerário Municipal, não tem como quantificar ou avaliar os prejuízos ocasionados por esses furtos, visto que essas informações só seriam possíveis no registro de Boletim de Ocorrência onde é descrito o objeto furtado e seu valor.

De acordo com a Fumas, foram encaminhados ofícios aos comandos da Guarda Municipal e da Polícia Militar para que intensifiquem as rondas em dias e horários alternados. Também foram colocados ofendículos (concertinas) nos muros dos cemitérios, a fim de dificultar e inibir tais práticas ilícitas. Além disso, os vigilantes que prestam serviços para o Serviço Funerário realizam rondas alternadas nos locais.

A Fumas também ressaltou que o Cemitério Nossa Senhora do Desterro possui uma área de aproximadamente 116 mil m2, com cerca de 10 mil sepulturas, o maior espaço público do Centro, o que acaba demandando mais tempo e pessoal para as rondas. O Cemitério Nossa Senhora do Montenegro possui aproximadamente 105 mil m² e em torno de 8,3 mil sepulturas.

 


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