Jundiaí

Jundiaí aumenta 24% a coleta de resíduos em ecopontos e chega à média mensal de 555 toneladas


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Jundiaí chega à média mensal de 555 toneladas de resíduos coletados
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Por meio de seis ecopontos instalados em diferentes regiões da cidade, Jundiaí ampliou a coleta de diferentes tipos de materiais recicláveis. De janeiro a julho de 2021, foram retiradas uma média mensal de 555 toneladas, contra a média de 447 toneladas no mesmo período do ano anterior - um aumento de 24%. Esse trabalho é realizado pela Unidade de Gestão de Infraestrutura e Serviços Públicos, da Prefeitura de Jundiaí.

Esse crescimento é possível graças a investimentos na área. Há dois meses foi inaugurado o Ecoponto Residencial Jundiaí e mais dois estão sendo construídos - o Vila Nambi (na rua Marquês de Maricá) e o Cidade Nova (na rua Doraci Camargo Alegre), ambos orçados em R$ 200 mil. O da Vila Nambi fica em frente à Emeb Janet Ferreira Prado, será entregue ainda este ano e poderá abrigar de 12 a 15 caçambas para receber o material descartado - como entulho, madeira, gesso, vegetação e recicláveis em geral.

“Nossa cidade está crescendo e se desenvolvendo sem deixar de investir na proteção ao meio ambiente, em formas inteligentes de descarte de resíduos e em equipamentos que permitem às pessoas ter opções para descartar o que antes poderia ter uma destinação errada”, avalia o prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado. “Em Jundiaí, nosso trabalho e nossos programas de governo estão alinhados aos ODSs (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), da Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas), o que torna essencial o investimento em ações ecologicamente corretas.”

O gestor de Infraestrutura e Serviços Públicos, Adilson Rosa, lembra que ao longo de 2020 Jundiaí recolheu 5,8 mil toneladas de resíduos através de seus ecopontos e, levando em conta o que já foi recolhido este ano (3,8 mil toneladas em sete meses), haverá aumento. “Trabalhamos com estratégia e inteligência, com a troca diária de caçambas que são levadas para o Geresol (Gerenciamento de Resíduos Sólidos). Ali, todo esse material é separado e, em muitos casos, reaproveitado”, explica Rosa. Com a inauguração do Ecoponto Residencial Jundiaí, na rua Rubens Antonio Cursio, 71, o número de caçambas substituídas nos equipamentos têm crescido: em janeiro deste ano foram 209; em julho, 253.

Quem descarta
Com mais ecopontos, melhor para quem precisa fazer o descarte. “É maravilhoso poder ter um espaço como este em nosso bairro”, diz o marceneiro Márcio Padilha, sobre o Ecoponto Residencial Jundiaí, no qual, na companhia de um amigo, levou diversos itens para serem jogados nas caçambas, como pedaços de móveis e sobras de materiais da reforma. “Antes eu tinha que ir até o Geresol e agora ficou muito melhor.”

O pedreiro Fabiano de Souza mora há 9 anos no Residencial Jundiaí e está reformando sua casa. A instalação do ecoponto, diz ele, veio a calhar. “É muito mais fácil para fazer o descarte quando se tem um espaço assim perto de casa.”

Atualmente, há ecopontos nos seguintes locais:

Geresol (avenida Yamashita Yukio, 1268, Distrito Industrial)
Jardim do Lago (rua Geraldo Santos, 195, Jardim do Lago)
Jardim Tamoio (rua da Mina, s/no)
Jardim Tarumã (rua Rio de Janeiro, s/n)
Morada das Vinhas (Parque Ecológico José Roberto Mota ‘Barroca’ - rua Uva Niagara 376)
Residencial Jundiaí (rua Rubens Antonio Cursio, 71)


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