Jundiaí

Celulares se ajustam ao gosto e ao bolso do consumidor

MÓVEL As grandes marcas investiram em lançamentos para este ano, como a Apple com o iPhone 13 e a Google com o Pixel 6


JORNAL DE JUNDIAI
Giovana Liberato diz que ainda há procura pelos celulares analógicos
Crédito: JORNAL DE JUNDIAI

Mesmo com a falta de componentes eletrônicos no mercado, a venda dos aparelhos celulares tem sido destaque nas lojas especializadas ou em grandes magazines. Com lançamentos previstos para este ano, há quem não dispense um aparelho novo, mesmo com alguns chegando a R$ 6 mil, mas os mais antigos ainda têm consumidor fiel.

Em Jundiaí há procura por lançamentos, mas a maioria das pessoas que compra um smartphone novo o faz porque precisa. As grandes marcas têm investido em lançamentos, como a Apple, que lançou recentemente o iPhone 13, a Google, que lançou o Pixel 6, e a Xiaomi, com o Mi 11.

Vendedora de uma loja de eletrodomésticos e móveis, Aline dos Santos Ferreira diz que há diversas necessidades. O setor de telefonia é o carro-chefe da loja e os modelos mais procurados são os da Samsung e da Motorola. "Tem gente que chega pedindo iPhone e tem quem procure celular só para ligação. Pedem por uma boa resolução de câmera e o 5g, que está chegando. Os mais caros são o iPhone e o Flip da Samsung, mas os mais procurados são os da linha G da Motorola, que estão na faixa de R$ 1,8 mil, e da linha S da Samsung, que é resistente à água e poeira, na faixa de R$ 2,8 mil. Das grandes marcas, o smartphone mais em conta é da linha A da Samsung, a partir de R$ 800."

Gerente de uma outra loja de móveis e eletrodomésticos, Airton da Cunha Vasconcellos diz que há público que compra para se atualizar e quem compra por necessidade. "Tem celular de qualidade a partir de R$ 799, da Samsung, que é bom e acessível. Também tem os Motorolas G20, G30, G60 que vendem bem. E tem iPhone, que é o cliente que busca mais tecnologia, geralmente o público mais jovem. Mas geralmente quem compra é porque o celular quebrou e está precisando."

Ele fala que os iPhones têm a linha de preços mais alta entre os smartphones. "O iPhone é comprado geralmente por um cliente específico, que só utiliza iPhone. Sempre que surge lançamento, a procura aumenta. Como estamos bem abastecidos, temos praticamente todas as marcas, a procura costuma ser grande."

ANALÓGICOS

Giovana Liberato é gerente de uma loja de eletrônicos que também comercializa celulares, principalmente os analógicos e usados. "Tem procura do público mais idoso, que não se adapta bem à internet e quer um celular só para ligação. O que mais procuram é Samsung, mas a gente não recebe mais celular assim da Samsung, tem Multilaser e Blu."

Ela conta que a loja começou a vender smartphones novos há muito pouco tempo, mas também tem usados. "Tem muita gente que vem e procura marca específica, o Redmi, da Xiaomi, por exemplo, perguntam se tem e pedem para ver. Seminovo a pessoa procura pelo preço, levam se estiver em conta e der para usar."

Proprietário de uma loja de eletrônicos, Salheh Kader também trabalha com novos e seminovos. "Pela média, caiu um pouco a venda de celular na pandemia, tanto novo quanto usado, antes vendia mais. Vendo iPhone 6 usado, de 128gb, por R$ 899, é mais barato que pela internet e ninguém compra. Hoje em dia as pessoas preferem os mais baratos, pode ser qualquer marca."

Ele conta que não costuma vender lançamentos. "Aqui não procuram, eu fui ver o valor do iPhone 13 e quase caí para trás", brinca Kader.

 


Galeria de Fotos


Notícias relevantes: