Jundiaí

Venda de casas em condomínio tem alta de 31%


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Segundo Eli Gonçalves da Proempi, o mercado imobiliário vai bem
Crédito: ARQUIVO JJ

Em Jundiaí, o mercado imobiliário acumula alta de 31% nas vendas de casas em condomínio. Bairros como Jardim Pacaembu, Vila Rami e Medeiros foram os destaques do período.

Em live promovida pelo Sindicato da Habilitação (Secovi-SP) e pela Associação da Empresas e Profissionais do Setor Imobiliário de Jundiaí e Região (Proempi), o vice-presidente de Comercialização e Inteligência de Mercado, Eli Gonçalves, afirma que a cidade vende bem e continua com um dos menores estoques do estado de São Paulo.

A afirmação principal de Gonçalves é que o mercado imobiliário da cidade vai bem. "De modo geral, o mercado imobiliário de Jundiaí vai bem, apesar das instabilidades político-econômicas", anuncia.

Além disso, algumas variáveis influenciam o resultado positivo. "Fatores socioculturais influenciam positivamente o imobiliário, como a pandemia e o modelo híbrido de trabalho (home office empresa)", completa.

Mesmo aumentando a oferta, o estoque de Jundiaí é um dos menores do estado de São Paulo. Os três bairros mais procurados para a venda de imóveis são o Jardim Pacaembu, Vila Rami e Medeiros respectivamente.

De acordo com dados de junho de 2021 divulgados na live, que considera casas e apartamentos, o bairro mais caro para compra de imóvel é o Reserva do Japi, com a média de preço de R$ 5.792 por m2. Já o bairro mais barato é o Vila Arens, com preço médio de R$ 3.315 por m2.

Diante dos dados, Gonçalves aconselha antes de lançar um empreendimento no setor. "Jundiaí vai bem, mas com tudo que estamos vivendo os números ganharam uma certa complexidade. Portanto, é fundamental estudar bem a região, o tipo de público e o perfil do imóvel antes de lançar", alerta.

Caroline Adrielli


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