Jundiaí

Serviços de festas se programam para celebrações de final de ano


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A empresária Sandra Scarpin se mantém otimista nas agendas para final de 2021 com os eventos programados
Crédito: ARQUIVO PESSOAL

O fim do ano se aproxima e com ele as expectativas da população para as celebrações festivas. Após quase dois anos de isolamento social em decorrência da pandemia, as medidas que visavam a manutenção da segurança contra a covid-19 vêm se flexibilizando e possibilitando a organização de possíveis eventos. É nesse momento que ressurgem a figura de ambientes que planejam e estruturam a logística desses eventos.

Com os programas de vacinação em massa, boa parcela da população já se encontra vacinada (pelo menos com a primeira dose), e agora deseja aproveitar o momento para tentar se reunir, comemorar e relaxar com a família e amigos, após um ano repleto de adversidades que os mantiveram separados e impossibilitaram novos encontros.

Bufês, clubes, chácaras e salões de festa já estão se programando para alugarem e movimentarem seus espaços para as celebrações de final de ano. É possível perceber que as pessoas já estão se sentindo mais seguras e confiantes em frequentar e se organizar para festas. A analista e funcionária do Salão e da Chácara Paraíso, localizados em Várzea Paulista, Sandra Scarpin, de 39 anos, afirma que, com o desenrolar das medidas preventivas da pandemia, a demanda por seus serviços aumentou. "O mercado está voltando com força. Nossa agenda para o final desse ano e para 2022 está quase cheia. Muitas pessoas adiaram suas comemorações para o final de ano. Alguns casais, por exemplo, marcaram a festa de casamento para esses últimos três meses, de encontro às festas de ano novo. A pandemia de certa forma afetou nosso setor, no início muito mais. Agora a situação deu uma melhorada, passados quase dois anos. A taxa de desemprego está muito alta, as pessoas não estavam em condições de bancar os custos." Sandra também comenta sobre o reajuste feito na logística dos locais, que desde então precisou se readequar às novas exigências. "Nós estamos seguindo todos os protocolos de segurança. O espaço oferece totens de álcool em gel; as mesas ficam a dois metros de distância uma da outra; é obrigatório o uso de máscara quando estiver circulando no espaço."

Em contraponto, há setores que lamentam a brusca queda na demanda por serviços de festas, como consequência das altas taxas de inflação, aumento do dólar, do combustível e do gás de cozinha, itens essenciais na manutenção desse tipo de serviço. É o caso da Mara Sedan, de 49 anos, proprietária do Buffet Real Sedan, encontrado na Vila Arens, em Jundiaí. "A procura caiu assustadoramente. Não foi possível oferecer promoções nesse ano de 2021; devido ao desenfreado reajuste, tudo sofreu acréscimo." Mara diz que sua equipe mantém as ofertas, mas que mesmo assim a procura está baixa.

(Heloísa Santos)


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