Jundiaí

Incubadora passa a fazer parte do Campus Jundiaí


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Vinícius Querência diz que o processo de incubação é para as startups
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Após a criação do Campus Jundiaí em setembro deste ano, o projeto de incubação de empresas, que visa o desenvolvimento de novas tecnologias para startups, ganhou um novo modelo e passou a fazer parte de espaços públicos e de interesse da população. No modelo antigo cinco encubados se preparam para a realocação.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), Vinícius Querência, durante todo o processo de incubação, as empresas recebem monitoramento e orientação necessários para seu funcionamento. Os responsáveis recebem capacitação constante para que possam administrar seu negócio com uma independência cada vez maior.

"O projeto de incubação da FMJ é voltado às startups com bases tecnológicas da área da saúde, ou seja, empresas que ainda estão em fase inicial e almejam crescer neste ramo. O processo tem duração de doze meses e oferece treinamentos relacionados ao empreendedorismo e área da saúde, reunião com mentores e orientação de professores e lições sobre gestão, finanças e medicina", afirma o coordenador.

O edital de incubação ainda está sendo estruturado e deve abrir as vagas para o novo modelo a partir do ano que vem. Na FMJ, Querência prevê o número de dez empresas incubadas no espaço proporcionado. "O novo edital deve ser lançado no começo do próximo ano, mas ainda não foi divulgada a data oficial. A previsão é de que cerca de dez startups participem do projeto, apenas na Faculdade", diz.

Segundo a Unidade de Gestão de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (UGDECT), o Campus Jundiaí cumpre o papel de identificar e estabelecer diversos mini parques tecnológicos, a fim de fortalecer a economia e trazer inovação no setor de tecnologia.

Farão parte das startups os espaços públicos e de interesses públicos, como o Fundo Social de Solidariedade, Paço Municipal, Faculdade de Medicina, TV TEC, Complexo Esportivo Nicolino de Lucca (Bolão), Complexo Argos, Cijun, Escola Superior de Educação Física (ESEF), Complexo Fepasa e DAE.

TECNOLOGIA

De acordo com a UGDECT, o objetivo da incubação é criar uma nova onda de atração de investimentos produtivos para sustentar o crescimento econômico de Jundiaí e, desta forma, assegurar qualidade de vida aos moradores da cidade. Os espaços públicos serão utilizados para incentivar o surgimento de startups e novas empresas, tendo como foco a economia criativa. O órgão acrescenta que o Campus Jundiaí também vai produzir soluções para a cidade.

(Luana Nascimbene)


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