Jundiaí

Cestas básicas se tornam opções econômicas

ALIMENTOS As opções mais baratas variam de R$ 79 a R$ 90, enquanto as completas, de R$ 230 a R$340


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Simone Miota afirma que houve reajuste de R$ 10 nas cestas este ano
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Com a alta nos preços dos alimentos, opções mais baratas de cestas básicas, que variam de R$ 79 a R$ 90, se destacam entre os consumidores. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o preço médio da cesta em São Paulo, teve alta de 9,87% no ano e chegou a R$ 693,79.

Dos produtos que compõem as cestas, a batata foi a que teve a maior alta nos últimos meses, com aumento de 17%, seguido por tomate, com 14,5%, Banana (4,72%), Açúcar (3,98%) e Café (2,76%).

De acordo com a proprietária de uma empresa alimentícia no bairro Cidade Nova, que trabalha com a venda de cestas básicas, Simone Miota, o aumento do preço dos alimentos desencadeou um reajuste de R$ 10 nas cestas este ano. "As cestas tiveram que sofrer um aumento de R$ 10 no começo do ano por conta do preço altíssimo dos alimentos, mas consegui manter os preços até o final deste ano", afirma a proprietária.

Simone trabalha com cestas de diferentes composições, desde as mais econômicas até as mais completas. "São 12 modelos de cestas básicas que atraem todos os bolsos. As cestas da linha econômica, com 15 itens, podem ser compradas a partir de R$ 90, e contém itens mais básicos como açúcar e arroz. Já as cestas mais completas, com mais de 100 itens entre alimentos e produtos de limpeza, custam cerca de R$ 340.

ALTA PROCURA

Segundo o proprietário de uma empresa de cestas básicas que entrega em Jundiaí e Região, Felipe Moreira, a adesão às cestas básicas está muito alta. "Eu trabalho com quatro modelos de cestas básicas e a mais vendida é a de R$ 230, com mais de 50 itens e ideal para uma família de três pessoas", explica Moreira.

De acordo com o economista Messias Mercadante de Castro, é importante administrar o orçamento e priorizar os gastos essenciais, como a alimentação. "Com o preço dos alimentos muito elevados, é preciso equilibrar os gastos e reduzir outras despesas, como contas de energia e água", diz Castro.


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