Jundiaí

Lojistas esperam alta de até 50% na venda de produtos juninos


 DANIEL TEGON POLLI
Segundo Sandro Ceolin, proprietário de uma loja, expectativa é que vendas sigam em alta
Crédito: DANIEL TEGON POLLI

Com a proximidade da época das festas juninas, proprietários de empórios não escondem a ansiedade pela chegada da data e esperam aumento de até 50% na venda de produtos típicos juninos, como canela, pinhão, gengibre, canjica e vinhos.

Para o proprietário de um empório de Jundiaí, Sandro Ceolin, a procura pelos alimentos já começou na loja e a expectativa é que as vendas continuem altas até a última semana de julho. "Acredito que até o final deste período vou ter aumento de 50% nas vendas. É uma época que aquece bastante o setor dos empórios e sempre preciso repor os produtos da loja", afirma Ceolin.

Segundo o proprietário, os produtos mais procurados entre maio e julho são os vinhos, cachaças, pinhão, pipoca e doces típicos. "O carro-chefe são os vinhos da região, principalmente o tinto, ótimo para o preparo de vinho quente e sagu. Além dos doces típicos, pipoca e pinhão", diz.

No empório, os vinhos saem a partir de R$ 25 e o pinhão em conserva, vendido por quilo, custa R$ 85.

PREÇOS

Assim como a procura, os preços também tiveram aumento em relação ao ano anterior. De acordo com o proprietário de outro empório, Toni Lisboa, todos os produtos importados subiram, em média, 30% nos últimos meses. "A alta do dólar também atingiu os alimentos típicos de festa junina. Um exemplo foi a canela em rama que aumentou 30% do preço em relação ao ano passado. Hoje ela custa R$ 95 o quilo", diz Lisboa.

Além da canela, produtos como gengibre, milho de pipoca, doces típicos, canjica e amendoim também são os preferidos dos clientes nesta época. Para o proprietário, a estimativa é que as vendas aumentem a partir da próxima semana. "Ainda está devagar, mas acredito que a procura vai começar a aumentar a partir da semana que vem, principalmente por conta do friozinho. Mesmo sem festas no ano passado, a venda dos pratos típicos foram boas no empório, então estimo uma alta de 5 a 10% neste ano", explica o comerciante.

(Luana Nascimbene)

 


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