Jundiaí

Região registra seis casos de varíola dos macacos

MONKEYPOX Com mais casos registrados em Cabreúva e Jundiaí, os números da doença crescem


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Com registro de mais um caso da varíola dos macacos em Jundiaí e dois em Cabreúva, a Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ) chega a seis casos confirmados da doença, somando aos demais casos já registrados anteriormente, dois em Jundiaí e um em Várzea Paulista.

Em Jundiaí, o novo caso é de um homem de 32 anos. Ele não está hospitalizado e não registra viagens internacionais. O início dos sintomas ocorreu em 22 de julho. O resultado foi recebido no sábado (30), enviado pelo Instituto Adolfo Lutz. A divulgação, no entanto, ocorreu apenas ontem (1) pela prefeitura.

Segundo a Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), não há registros de casos secundários suspeitos no município decorrentes da positividade. O paciente permanece em acompanhamento pela equipe de saúde, em isolamento, pelo prazo de 21 dias, indicado como período de transmissão ou enquanto permanecer com lesões cutâneas.

CABREÚVA

Ontem o município divulgou dois casos de varíola dos macacos. O resultado positivo dos casos chegou no fim da tarde de sexta-feira (29) ao município. Não há informações, porém, sobre o perfil dos infectados e nem se o contágio pode ter ocorrido em viagem. Em nota, Cabreúva informou que traz a público orientações para que haja o rastreamento de prováveis casos, além de medidas de vigilância e controle adequadas para conter o avanço da doença. Com a positividade dos casos que vinham sendo acompanhados, não há mais casos suspeitos na cidade.

A prefeitura informa que está tomando as medidas necessárias para evitar a propagação da doença na cidade e manterá toda a população devidamente informada sobre os acontecimentos no município durante este período.

VÁRZEA PAULISTA

Na última quarta-feira (27), foi confirmado o primeiro caso de varíola dos macacos em Várzea Paulista. O paciente contraiu a doença fora da cidade e recebeu acompanhamento médico. Ele e seus familiares estão sendo acompanhados pela Vigilância em Saúde.

Segundo o município, já há um fluxo de atendimento pré-determinado para a varíola dos macacos. Pacientes que apresentem sintomas como febre, gânglios inchados, calafrios, exaustão e feridas no corpo podem buscar atendimento nas UBSs, no CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) e na UPA.

DOENÇA

A UGPS salienta que a varíola dos macacos é transmitida quando alguém tem contato próximo com uma pessoa infectada. O vírus pode entrar no corpo por lesões da pele, pelo sistema respiratório ou pelos olhos, nariz e boca.

O Brasil não tem vacinação para a varíola dos macacos. Há 1.369 casos no país até o momento. O número subiu cerca de 40% em apenas quatro dias. Na última quinta (28) eram 978.

Até agora, uma pessoa morreu em decorrência da doença, em Minas Gerais. Trata-se de um homem com problemas sérios no sistema imunológico.


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