Jundiaí

Região monitora 15 casos suspeitos de varíola dos macacos

MONKEYPOX A região já tem seis casos positivos da doença e segue testando quem tem sintomas


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Um dos principais sintomas da varíola dos macacos são as lesões na pele, que duram algumas semanas
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Na Região Metropolitana de Jundiaí (RMJ), 15 casos suspeitos da varíola dos macacos seguem sob investigação, sendo 12 em Jundiaí, dois em Várzea Paulista, e um em Campo Limpo Paulista. Em Jundiaí, três casos já foram confirmados. Segundo a Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), por meio da Vigilância Epidemiológica (VE), exceto o primeiro caso, que já foi liberado do isolamento, os demais seguem isolados e acompanhados pelas equipes de Saúde.

Em Várzea Paulista, a prefeitura informa que no município há um caso confirmado de varíola dos macacos e outros dois suspeitos.

Cabreúva tem dois casos confirmados e não tem mais suspeitos em monitoramento no município.

Campo Limpo Paulista tem um caso suspeito de varíola dos macacos. O paciente teve exame coletado e o município aguarda o resultado do teste.

A Prefeitura de Itupeva, por meio da Secretaria de Saúde, informa que, até o momento, não há nenhum caso suspeito ou confirmado no município.

Louveira também não tem nenhum caso suspeito de varíola dos macacos até o momento.

Jarinu não respondeu sobre os casos até o fechamento desta edição.

DISSEMINAÇÃO

O estado de São Paulo tem 1.184 casos de varíola dos macacos. 879 apenas na Capital. O número de casos no país chega a 1.474. Em uma semana, houve aumento de 50,7%. Na quinta-feira passada (28), eram 978. Em todo o mundo há mais de 24 mil casos da doença.

A transmissão da varíola dos macacos ocorre principalmente através do contato físico. Os sintomas incluem dores no corpo, febre, fadiga e lesões na pele parecidas com as da catapora.

Na segunda-feira (1), o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comunicou que o Brasil deve receber doses do tecovirimat, um antiviral para ser usado em pacientes com casos mais graves da doença. O antiviral será fornecido pela Organização Pan-Americana da Saúde, subordinada à Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão da ONU para a saúde considera a doença uma emergência de saúde global e disse, na semana passada, que a situação do Brasil é preocupante.

 


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