Jundiaí

Em meio ao isolamento do covid, entidades apelam pelas doações


CIDADE VICENTINA IDOSO VELHO
Crédito: Reprodução/Internet
A pandemia do novo coronavírus tem trazido sérias consequências para as entidades sociais de Jundiaí. Com restrições para promover eventos, a sustentabilidade das associações está bastante comprometida e por isso o apelo às doações se faz necessária. Uma das entidades que tem feito apelo à comunidade é a Associação de Combate a Aids Infantil de Jundiaí (Acai). Com as doações em baixa, especialmente itens de primeira necessidade, eles pedem a doação de leite integral para atender às crianças. “Isto tem ocorrido porque o preço do produto subiu muito desde o mês passado. Todos os meses entregamos em torno de 30 caixas de leite, e em abril ainda não temos a quantidade para atender todas as famílias que assistimos”, detalha Flávia Botelho, presidente da Acai entidade que atende crianças soropositivas. Segundo a direção do Grupo em Defesa da Criança com Câncer (Grendacc) e da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), as entidades tiveram redução nos seus atendimentos e sofrem com a falta de doações no atual momento. O Grendacc, por exemplo, precisou suspender, temporariamente, bazares e todo o trabalho voluntário, bem como as festas, o que representa uma queda de 20% na renda da instituição. A Apae está com dificuldades em completar a arrecadação financeira do mês. Ele está preocupado também com a queda da arrecadação através de doações feitas pela Nota Fiscal Paulista. “A gente promove muitos bazares, jantares, almoços, pizzas e no momento nada deste tipo pode estar ocorrendo”, conta Luiz Bernardo Begiato, presidente da entidade. Quem também teme pela falta de recursos é o presidentes da creche Mãe Meimei, Ibrahim Khawali Neto. “A grande preocupação de todas as entidades é pela necessidade de arrecadação por parte do governo estadual. O receio é que eles suspendam a Nota Fiscal Paulista o que pode ser um desastre”, conta. O mandatário da Mãe Mei-Mei está preocupado com o futuro da sua associação após a pandemia. “Acredito que nosso trabalho será prejudicado, infelizmente não terá jeito”, diz. A presidente da Acai também teme dificuldades após a quarentena. “Temos que pensar que na reabertura da casa perderemos muitas colaborações, pois a renda das pessoas será comprometida e os comércios terão que se estabilizar financeiramente. As pessoas perderão seus empregos e será difícil para todos nós”, declara. Cidade Vicentina A Cidade Vicentina Frederico Ozanam, entidade que cuida de idosos, conta com a ajuda de empresas, mas sabe que o trabalhado da comunidade é importante. “No momento nada está faltando aqui de material para assistência aos idosos que cuidamos porque as empresas nos ajudam, mas temos receito de que as doações pessoais também caiam porque as pessoas terão queda na renda familiar”, diz a administradora Cássia Cristina Silva. Ela lamenta que a arrecadação do local sofreu também uma baixa em virtude do bazar está fechado. “A gente recebe diversas doações para vendas e neste momento estamos proibidos de promover o nosso bazar devido ao decreto municipal”, comunica Cássia. Serviço - Acai: Telefone 2816-2938 ou pela conta bancária - Banco Bradesco / Agência: 6329 / Conta: 3333-2 - Apae: Depósito bancário, nas contas da instituição: Banco do Brasil / Agência: 0340-9 / Conta Corrente: 107483-0; ou Banco Itaú – Agência: 0658 / Conta: 57.000-7 - Creche Mãe Meimei: Pelo telefone 94762-5336 - falar com Ibrahim - Cidade Vicentina: Pelo telefone 4523-3353, ou direto na instituição de segunda a sexta-feira das 8h até 17h (rua Augusto Trevisan, 121 - Retiro) ou pela conta bancária - Banco Santander / Agência: 0281 / Conta: 13.003.056-5. - Grendacc: Telemarketing no número 4815-8440 - opção 4, ou pelo aplicativo do Grendacc na Play Store

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