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A porta de entrada para a assistência social

DA REDAÇÃO | 04/06/2019 | 19:48

Conforme estipulado por Política Nacional, o serviço socioassistencial tem sempre como porta de entrada os Centros de Referência de Assistência Social (Cras), que no município totalizam em seis unidades em seus territórios de ação e são vinculados à Unidade de Gestão de assistência e Desenvolvimento Social (UGADS).

De acordo com a tipificação do serviço socioassistencial, todo cidadão em situação de vulnerabilidade social, seja ela da ordem econômica ou de casos de violência ou de violação de direitos, por exemplo, deve procurar o Cras para orientação quanto ao procedimento a ser adotado.

Para a gestora da UGADS, Nádia Taffarello Soares, os Cras funcionam para a Assistência Social da mesma forma como as Unidades Básicas de Saúde (UBS) atendem à Saúde. “Os técnicos dos Cras estão preparados para acolher, orientar e encaminhar o munícipe ao serviço que compete ao caso, tais como: encaminhamento ao Cadastro Único para a obtenção de benefícios de transferência de renda, avaliação para o Benefício de Prestação Continuada (BPC), inclusão no Serviço de Atenção Integral à Família (PAIF), ao Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), ao Centro Dia do Idoso (CDI) e também ao Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) para os casos de violação de direitos, por exemplo”.

Entre as ofertas de cada Cras, encontram-se também oficinas e cursos gratuitos, como reuniões da rede de socialização, atividades de promoção à saúde em parceria com as UBSs, rodas de leitura e contação de histórias, além de encontros sobre empregabilidades. Além dessas atividades, o serviço do Cadastro Único também é oferecido nas unidades, além de cursos profissionalizantes viabilizados pelo Fundo Social de Solidariedade (Funss).

Cláudia Silva é moradora do Jardim São Camilo e esteve no Cras na últina segunda-feira (03) para realizar a atualização do Cadastro Único. “Acho muito importantes o atendimento descentralizado e a diversidade de serviços aqui oferecidos. Meu filho mais velho já fez diversos cursos, entre eles o PEC Capacitando, voltado à inserção no mercado de trabalho. Vou aproveitar a visita de hoje para ver quais as oficinas que meu filho do meio, de 14 anos, poderá fazer no contraturno escolar”, explica, acompanhada do filho mais novo, o Arthur, de quase três anos, que aproveita para se divertir na brinquedoteca do equipamento.


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