Jundiaí

A umidade em Jundiaí está 30% abaixo da média ideal


A personal trainer Natália Torezan orienta seus alunos a se hidratarem para se prevenir dos problemas com ar seco
Crédito: Reprodução/Internet
A umidade do ar em Jundiaí está em 20%, segundo o Climatempo, 30% abaixo da média preconizada pela Organização Mundial de Saúde. O ideal deve variar entre 50% e 80%. Esta época de baixa umidade no ar tem como consequência direta o aumento de casos relacionados a doenças respiratórias, como a tosse seca e a falta de ar. "Com a baixa umidade, nosso organismo sofre diminuição das defesas, as mucosas costumam ressecar e inflamar nesta época. Elas desempenham um papel de barreira física à entrada de substâncias nocivas ao nosso corpo e o clima seco propicia a entrada de agentes estranhos. A fim de manter a homeostase, para nosso organismo se manter em equilíbrio, este se sobrecarrega, trazendo a sensação de cansaço", explicou a médica Tatiane Carnio. Para prevenir as doenças respiratórias, além da hidratação, é preciso evitar o ar-condicionado por muito tempo, sal e condimentos na comida em excesso, lavar o nariz e olhos com soro fisiológico e usar hidratante na pele. Com a mudança drástica, Natália Torezan, professora de Educação Física, explica que precisa orientar e auxiliar ainda mais seus alunos. "Sempre os oriento na questão da alimentação e hidratação, nessa época é ainda mais importante. Nós precisamos tomar muita água. Além disso eu também procuro me informar se alguém tem algum problema respiratório, pois o aparelho respiratório trabalha bem, sem exigir muito, com a umidade mínima até os 60%. Abaixo disto, exige-se maior trabalho do corpo, então é importante também ter esse cuidado", explicou a personal trainer. Natália ressalta que procura fugir dos horários mais quentes e com menos umidade do dia, entre as 11h e 16h, pois assim evita alguma situação adversa. Como foge ao nosso controle imediato impedir esta manifestação climática, algumas medidas podem ser utilizadas para melhorar nossa saúde e qualidade de vida (ver gráfico ao lado). Além do dano ao corpo humano, o tempo seco também preocupa os órgãos públicos em relação as queimadas. A Defesa Civil esclarece que, em dias de baixa umidade no ar, entre as principais preocupações está o aumento do potencial de incêndios em pastagens e florestas. E ressalta que é muito importante que a população não queime lixo nem provoque queimadas. [caption id="attachment_68937" align="alignnone" width="800"] A personal trainer Natália Torezan orienta seus alunos a se hidratarem para se prevenir dos problemas com ar seco[/caption]

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