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Apae e prefeitura priorizam inclusão

DA REDAÇÃO | 11/03/2020 | 05:00

Com foco na inclusão do aluno na rede escolar municipal, a Apae de Jundiaí promove anualmente a Semana de Estudo de Casos com o objetivo de alinhar a metodologia de ensino entre as instituições. De acordo com a diretora executiva da unidade, Suely Angelotti, este ano o encontro se estendeu por duas semanas para que as escolas e a APAE tivessem mais tempo para pontuar o atendimento, assim como as dificuldades de cada assistido.

De acordo com Tatiana Cruz, coordenadora da Educação Municipal, em 2019, as duas instituições sentiram a necessidade de ter mais tempo para o estudo de cada aluno. “Este ano, os Estudo de Casos acontecerão em dois momentos, no primeiro e segundo semestres, ambos com 15 dias de duração, contemplando alunos do Núcleo de Estimulação Precoce Específico, Global e do Programa de Atendimento Complementar. Em média, 600 alunos que passam, pela APAE de Jundiaí e que estudam na rede pública municipal”, explica.

No Núcleo Estimulação Precoce (NEP) Específico são atendidos 327 crianças da Educação Infantil que não apresentam deficiência mas que se beneficiam de atendimento com fonoaudiólogo ou psicólogo.

O NEP Global atende, atualmente, 75 alunos, também da Educação Infantil, mas é voltado para o público com atraso global no desenvolvimento ou já tem algum tipo de deficiência diagnosticada, eles podem ser acompanhados por psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta ou terapeuta ocupacional e os atendimentos são individualizados.

Na Semana de Estudo de Casos, os profissionais da rede pública municipal foram até a sede da Apae e se encontram com os terapeutas que atendem os alunos. A psicopedagoga Maria Aparecida Ferreira, se reuniu com as coordenadoras pedagógicas Vânia Santa Brito e Sonia Aparecida Fantatto Sigoli, da EMEB Prof. Antonio Adelino Marques da Silva Brandão. “Conseguimos orientar a família também com as informações colhidas a partir deste feedback”, explica Sônia.

O Programa de Atendimento Complementar atende 200 alunos que frequentam a rede municipal do 1º ao 5º ano e que apresentam deficiência intelectual, transtorno do espectro autista ou dificuldade de aprendizagem (alunos com funcionamento intelectual Limítrofe). Neste caso, os alunos são atendidos por psicopedagoga, pedagoga ou fonoaudióloga.


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