Jundiaí

Adoção responsável até mesmo no final do ano

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Crédito: Reprodução/Internet
O fim do ano e o período de festas são típicos por caracterizar um fato lamentável que insiste em ocorrer todos os anos: o abandono de animais. Apesar de não existir uma estatística oficial para este aumento durante o período é notório que a demanda sobe e isto acontece por dois motivos: a fuga dos animais durante a queima de fogos e o descaso e a irresponsabilidade por parte de alguns proprietários. Mas em contrapartida há pessoas que sabem da importância e do comprometimento com estes animais e fazem de tudo para tê-los por perto. Assim tem sido com o casal Jonathan Gregory e Ana Paula Bego que leva seus pets durante sua viagens. “Vai todo mundo dentro do carro. A gente adapta as gaiolas na SUV, no banco de trás e no assoalho. Os cachorros vão dormindo” diz o engenheiro. Além do casal de cães Geleia e Priscila, eles são tutores dos pássaros ringnecks Joaquim e Blue e de mais cinco calopsitas. Todas eles passeiam pela casa durante o dia. “Quando os meus filhos vêm para cá de Ribeirão Preto e de São José do Campos eles é trazem gatos também”, completa o engenheiro. Antes de vir para Jundiaí, Gregory morava sozinho em São Paulo. Ele vaio da Inglaterra para o Brasil na década de 1970 e não voltou mais para o país natal. A solidão fez com que ele comprasse sua primeira calopsita. Quando conheceu Ana Paula, o engenheiro sempre trazia o pássaro para Jundiaí e a prática virou rotina. “Sempre quando viajamos não deixamos ninguém para trás. E isto ensinamos para nossos filhos, mas em suas cidades o único animal que transportam é o gato”, diz a professora. O casal reforça a importância da prática de atitudes como estas. “Quando a gente adota um cachorro, por exemplo, você tem que ter a noção de que vai ter uma obrigação de pelo menos 15 anos”, destaca Ana Paula. “É muito injusto você adotar um animal de estimação e depois abandoná-lo sem nenhuma responsabilidade. O animal tem sentimentos, não é um objeto qualquer que podemos descartar a qualquer momento. É preciso ter responsabilidade”, finaliza o engenheiro. (Guilherme Barros)

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