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Após 12 notificações de febre maculosa em Jundiaí, Zoonoses faz vistoria em parques públicos

DA REDAÇÃO | 20/07/2018 | 05:10

Com 12 notificações suspeitas de febre maculosa na cidade, a Unidade de Vigilância de Zoonoses de Jundiaí está realizando a investigação epidemiológica nos parques e jardins públicos. “O período entre junho e outubro, com a estiagem e a queda na temperatura, é o de maior atividade para esses parasitas, por isso é necessário que a população esteja atenta”, alerta o gerente da Zoonoses, Carlos Ozahata. Os carrapatos fazem parte do meio ambiente e podem circular de um ambiente ao outro a partir de animais silvestres e ou domésticos. Por isso, principalmente os proprietários de cães e gatos devem estar atentos.

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De acordo com ele, a investigação epidemiológica é realizada nas áreas públicas para evitar que esses artrópodes causem danos à saúde. “A partir da análise, as equipes orientam responsáveis pelos espaços para os cuidados necessários, como a manutenção da grama baixa, para que a incidência de sol dificulte o esconderijo dos carrapatos, e até, se for o caso, orientar a população a se vistoriar em busca dos animais”, salienta. Ozahata explica ainda que os carrapatos estão no meio ambiente e é preciso cuidar para evitar danos. “O período entre junho e outubro é o de maior atividade para esses parasitas, por isso, é necessário que a população esteja atenta”, comenta.

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Os carrapatos, se contaminados com a bactéria Rickettsia rickettsii, podem transmitir a febre maculosa. Para que haja a contaminação em humanos, é necessário estar em contato com o carrapato por um período prolongado de tempo. A partir da presença de sintomas (febre, manchas avermelhadas pela pele), a pessoa deve buscar atendimento médico e informar o profissional sobre a ocorrência. A febre maculosa tem cura, mas seu tratamento deve ser iniciado com antibióticos após o surgimento dos primeiros sintomas para evitar complicações graves, como inflamação do cérebro, paralisia, insuficiência respiratória ou insuficiência renal, que podem colocar em perigo a vida do paciente.

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