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Aumenta o número de notificações de chikungunya, dengue e febre amarela em Jundiaí

VINICIUS SCARTON | 13/11/2018 | 05:04

Jundiaí contabilizou de janeiro até outubro deste ano, 15 notificações de chikungunya. No entanto, nenhum caso foi confirmado para a doença. Em relação ao mesmo período de 2017, houve, respectivamente, 9 notificações, sendo dois casos positivos, conforme levantamento da Vigilância Epidemiológica, da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde.

Segundo a Vigilância Epidemiológica, à qual cabe a parte hospitalar e de investigação do paciente, o aumento do número de notificações demonstra maior sensibilidade dos serviços para as suspeitas dos casos, que, neste ano, resultaram em nenhuma confirmação.

Já a Zoonoses, à qual cabe a articulação do programa municipal de vigilância e controle do Aedes aegypti, vetor transmissor da chikungunya, além da dengue e do zika vírus, informa que as ações de monitoramento ocorrem ao longo do ano todo, independentemente da situação epidemiológica do município.

Em outras regiões do estado, como Sorocaba, o tempo quente e o período chuvoso têm agravado a proliferação do Aedes aegypti, resultando no aumento de casos de chikungunya, que já é 55% maior do que todo o ano de 2017. De janeiro a outubro deste ano foram confirmados 34 casos da doença e, no ano passado inteiro, foram 22 casos, conforme a Secretaria de Saúde daquele município.

DENGUE
As notificações de suspeitas de dengue também aumentaram em Jundiaí. Segundo a Zoonoses, até o dia 25 de outubro a cidade contabilizava 297 notificações de dengue e 5 confirmações da doença. Já no dia 8 de novembro, o balanço apresentava 304 notificações, mas sem novos casos confirmados.

FEBRE AMARELA
Já com relação a febre amarela, Jundiaí registrou quatro notificações e uma morte pela doença este ano, além de um caso em análise.
Diante da proximidade do verão, o Ministério da Saúde emitiu um alerta para que populações que moram em áreas onde há recomendação da vacina contra a febre amarela busquem a dose de forma antecipada, antes do período de maior transmissão da doença – entre dezembro e março.
O objetivo do alerta, segundo a própria pasta, é evitar correria e longas filas em busca da imunização. A cobertura vacinal para a febre amarela deve ser de, no mínimo, 95% da população. Em Jundiaí, segundo a prefeitura, a cobertura vacinal chegou a 99,5%.

Foto: Jornal de Jundiaí

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