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Confecção própria se destaca no inverno e ajuda na renda extra

Nádia Antunes | 03/06/2020 | 07:00
Com a chegada dos dias frios unido ao medo de as pessoas pessoas saírem às compras por conta do perigo da contaminação do covid-19, a procura pelos agasalhos e roupas mais quentes começam a se intensificarem e quem ganha são as costureiras que apostam na confecção própria para garantir uma renda extra em tempos de isolamento social.
Há seis anos, o costureiro Jorge Luiz Arvigo Matioli, de 31 anos, trabalha com a confecção de camisetas e agasalhos e agora conta com a ajuda de outra profissional para atender a demanda. “Nesta época do ano, a produção se concentra na confecção e venda apenas de agasalhos, pois a procura é maior. Minha produção mensal nessa época do ano fica em torno de 300 peças, mas têm aumentado. A venda é feita pelas redes sociais e também em grupos do WhatsApp”, comenta.
Aos 42 anos, Helen Cristini Carlos de Camargo, confecciona roupas e uniformes escolares em um ateliê próprio. Com a queda das temperaturas, ele foca na produção de agasalhos. “Com a chegada do inverno a minha demanda de agasalhos de moletom aumentou. Eu recebo pedidos em atacado e mantenho uma produção diária de cerca de 100 peças por dia, confeccionadas por mim e pelas minhas ajudantes que também são costureiras”, comenta Helen, com 25 anos de profissão.
Com a produção de agasalhos ela espera recuperar a renda perdida com a falta de pedidos dos uniformes escolares. “Tentei me reinventar produzindo máscaras, mas, mesmo assim, tive um período de queda na minha produção e consecutivamente na minha renda de 30 dias, agora espero recuperar e ter uma renda extra”.

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