Jundiaí

DAE orienta sobre uso da água em época de estiagem

NIVEL REPRESA DA DAE PARQUE DA CIDADE
Crédito: Reprodução/Internet
Nesta época do ano em que o tempo seco predomina e chove pouco, quem passa pela represa DAE pode perceber uma redução drástica no nível da água. A empresa, porém, ressalta que o uso racional da água deve ser uma premissa no dia a dia de todos. Usar a vassoura para limpar a calçada, trocar a mangueira pelo balde ao lavar o carro, tomar banhos rápidos, escovar os dentes com a torneira fechada e acumular roupas antes de ligar a máquina são dicas para contribuir na preservação da água. A DAE Jundiaí informa que o volume de água está dentro dos índices operacionais, considerando o período do ano. Lembrando que 95% da água que abastece o município é proveniente do rio Jundiaí-Mirim, que nasce na divisa de Jarinu, Córrego do Tanque, e Campo Limpo Paulista, Ribeirão do Perdão. O rio, em toda sua extensão, é o único classe 1 , de excelente qualidade. Suas águas abastecem a represa de acumulação e de captação. Os outros 5% da água que abastece o município são provenientes dos seguintes mananciais: Córrego Japi, que abastece a represa do bairro Moisés (próximo ao Jardim Samambaia) e segue para a Estação de Tratamento de Água (ETA) no Anhangabaú, Ribeirão Ermida, que abastece a represa na Serra do Japi, e Rio Atibaia, que deságua na Casa de Bombas na divisa com Itatiba e segue por adutora até a Represa de Acumulação no entorno do Parque da Cidade. Este manancial é usado em épocas de estiagem. A captação do rio Atibaia foi conquistada pela DAE ainda na década de 1970 e a outorga, que tem validade de dez anos, foi renovada em 2017.

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