Jundiaí

Escola Paulo Mendes comemora 80 anos com feira


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Crédito: Reprodução/Internet

A Escola Estadual Paulo Mendes, fundada em 28 de setembro de 1934, é uma das mais antigas de Jundiaí. Nesta sexta-feira (26), alunos, professores, diretores e ex-diretores celebraram a marca de 80 anos da instituição com apresentações. Na próxima semana, as comemorações continuam, com a realização da primeira Feira Científica, com exposição de 50 trabalhos dos estudantes do ensino médio da unidade.

Hoje, a escola tem 890 alunos matriculados no ensino fundamental anos finais e ensino médio. A unidade participa ainda do Programa Escola da Família, abrindo aos finais de semana com atividades de cultura e lazer aos alunos, pais e comunidade escolar. De acordo com o diretor da escola, José Marcos de Siqueira, a importância da unidade é inquestionável. “Alguns colégios chegam aos 70 anos, mas poucos são os que chegam aos 80 anos, como Paulo Mendes”, destaca.

De acordo com a coordenadora do ensino fundamental, Cintia Visnardi Rodrigues, nos últimos anos a unidade tem focado os trabalhos no desenvolvimento das habilidades dos estudantes, e isso tem trazido bons resultados. “Eles estão produzindo um livro de memórias, que será publicado no final do ano”, conta.

O desenvolvimento das habilidades dos estudantes proporcionou a realização da Feira Científica, no próximo dia 3. O professor Rafael Antonio Domingos, ex-aluno e professor de matemática e física da escola, é um dos organizadores do evento. “Os estudantes se dedicaram para a realização dos projetos. Temos estudos interessantes que serão apresentados à comunidade escolar.” Ainda em outubro será realizada a 3ª Mostra Cultural. Entre as atividades está a mostra de fotografias históricas da entidade, desde o tempo que era chamada de grupo escolar.

Nova geração - Em plena comemoração da história da unidade, os olhos se voltam para o futuro. Os estudantes que acabaram de chegar à unidade se encantam com a tradição da escola que foi berço da educação dos pais. Raphaela Galeano, 16 anos, está no segundo ano do ensino médio. “Estou aqui há um ano. Os professores são dedicados e se preocupam se estamos aprendendo mesmo”, comenta.

Já o garoto David Galdeano Santos, 11 anos, demorou alguns dias para se adaptar à escola. “Eu sofri bullying, mas agora está tudo resolvido. Os professores e meus amigos me ajudaram”, lembra. Matheus Augusto Santos, 11 anos, está orgulhoso de estudar na mesma escola em que os pais se formaram. “Meus pais estudaram aqui junto com os meus tios, e me disseram que o ensino é muito bom. Estou feliz por estar nesta escola.”

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