Jundiaí

Informação errada no HU sobre filho causa pânico em pai


T_HU
Crédito: Reprodução/Internet
Uma informação errada, por repetidas vezes, levou um pai ao desespero entre a noite de quinta-feira(24) e madrugada de ontem (25), em Jundiaí. A esposa, de 25 anos, havia levado o filho, criança de colo, ao Hospital Universitário (HU) na tarde de quinta-feira, para que o garoto passasse por atendimento em função de problemas respiratórios. Na pressa, acabou não levando o celular. Com o cair da noite e o não retorno de ambos para casa, o pai, de 28 anos, foi até o hospital. A informação passada na recepção era de que a criança havia recebido alta médica e ido embora com a mãe. Ele, então, retornou para casa, na expectativa de que eles já tivessem voltado. Mas não estavam. Ele então voltou ao hospital, que repetiu a informação de alta médica e liberação do paciente. Isso se repetiu por quatro vezes entre 19 horas e 23h30, o que fez com que o pai fosse ao Plantão Policial e registrasse boletim de ocorrência de desaparecimento da família. Ontem, 16 horas depois, já por volta das 11 horas, com a ajuda de uma amiga - que foi com ele até o hospital -, ele descobriu que a esposa e o filho estavam dentro do hospital, ainda em atendimento. O caso causou comoção nas pessoas que aguardavam no prédio onde funcionam 1º e 7º DPs, além do Plantão Policial, na avenida 9 de Julho, onde ele e a esposa, com o filho, apareceram para fazer um boletim de ocorrência de encontro de pessoa, na tarde de ontem. “É um absurdo o que aconteceu. Imagine o desespero desse pai, ficar das quase 20 horas com medo do que poderia ter ocorrido com a família”, disse uma pessoa que aguardava para ser atendido na delegacia. O pai, muito simples e já aliviado, contou o que aconteceu. “Não temos do que reclamar do atendimento no hospital. Foi só esse problema mesmo, que me deixou com medo. Eu não sabia mais o que pensar que poderia estar acontecendo”, disse ele. O jovem passou a madrugada todo acordado e fazendo algumas tentativas, em vão, de encontrar a esposa. De manhã, ao comentar com uma amiga do casal, que já havia sido estagiária no HU, esta se ofereceu para ir com ele até lá novamente. No hospital ela pediu para ver as imagens de circuito, para ver se haveria algum indício de crime. Como teria havido recusa do HU em permitir que ela assistisse as imagens, ela pediu que então autorizassem ela a entrar para conferir se ambos não estavam mesmo lá dentro. E, para a surpresa da amiga e do pai, mãe e filho estavam em atendimento. A criança havia sido internada na noite anterior. Nota do HU O garoto citado no caso deu entrada na consulta 17h29 e teve registro de saída às 18h50. Devido a uma queda de energia, ocorreu uma falha no sistema e a entrada da internação do mesmo não foi computada. A criança passou por todos os procedimentos e teve toda assistência do HU.  

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