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Jardim vira ‘point’ em pleno Centro de Jundiaí

SIMONE DE OLIVEIRA | 29/06/2019 | 05:01

Os 1,8 mil metros quadrados do jardim do Solar do Barão, ‘quintal’ do Museu Histórico Solar do Barão, são uma atração a parte para quem visita as dependências do prédio. São pelo menos mil visitas diárias de frequentadores dos mais diferentes perfis e necessidades, entre eles comerciantes, comerciários, bancários, professores, alunos e aposentados. E o que buscam no espaço? Alguns dizem que é conforto, outros um momento de sossego depois do almoço, ou até mesmo utilizar o espaço para almoçar, fazer um lanche, enfim, seja qual for o motivo, espaço é o que não falta.

O comerciário José Fábio Oliveira Neto, que trabalha em uma loja de calçados no centro, aproveita o horário de almoço, diariamente, para curtir a sombra debaixo dos pergolados com colegas de trabalho. “Tem dia que a gente precisa descansar um pouco da correria e aqui encontramos descanso e sossego. A vista é maravilhosa e estas árvores e plantas deixam o ambiente mais tranquilo e aconchegante”, diz José Fábio.

Aproveitando o horário de almoço e a tranquilidade do jardim, Nan Oliver treina um pouco em seu violão. Ele conta que almoça rápido para ter tempo de treinar e o local é inspirador. “Eu não conhecia aqui mas quando minha colega me apresentou o lugar, fiquei encantado e não parei mais de vir. É difícil acreditar que existe um espaço deste em pleno Centro.”

Entregue há alguns meses, totalmente reformulado, o Jardim do Solar do Barão recebeu mais que estrutura física: hoje é um verdadeiro bosque em pleno centro urbano.

Segundo o diretor do Departamento de Museus, Paulo Vicentini, o espaço é ocupado por pessoas que desejam tranquilidade entre uma carga horária e outra, mas também por aqueles que desejam aproveitar um pouco da natureza em meio ao fervor das ruas centrais, com suas lojas e prédios. “Além de conhecer o museu e suas peças, também é possível avançar pelo quintal e conhecer este espaço. O diferencial é a variedade de plantas e árvores que temos aqui, desde rosas, antúrios e nossa atração principal, a nuvem da montanha”, conta Vicentini.

De acordo com o gestor da Unidade de Cultura, Marcelo Peroni, entregar um espaço aprovado pela população faz toda a diferença, mas quando este espaço é reestruturado antes da ocupação, tem todo um toque especial. “A intenção é que as pessoas conheçam o jardim que é a continuação do museu e o aproveite a qualquer hora.”

É exatamente o que tem feito a aposentada Helena Ribeiro Uchoas, de 71 anos. Pelo menos uma vez na semana ela entra no jardim para descansar e curtir a parte arborizada. “Aqui é uma maravilha, porque a gente aproveita a natureza de perto.”


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