Jundiaí

Jundiaí já tem 2.877 casos de dengue

MOSQUITO DA DENGUE
Crédito: Reprodução/Internet
De acordo com o boletim da Vigilância Epidemiológica, Jundiaí já registra 2.877 casos confirmados de dengue, das 6.477 notificações feitas entre 1º de janeiro e 23 de outubro. E, justamente para conter o avanço da doença e identificar os bairros com mais focos, é que os técnicos da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) fizeram avaliação de densidade larvária conhecida como identificação do Índice de Breteau (IB). O objetivo é avaliar a relação entre os criadouros com larvas de Aedes aegypti e os imóveis vistoriados: até agora, já foram 6 mil visitados pelas equipes. Além de buscar larvas do mosquito transmissor de dengue, chikungunya, zika e febre amarela a avaliação serviu para mapear áreas com maior existência de objetos passíveis de se transformarem em criadouros, e, consequentemente, maior risco para população. Segundo a biomédica da UVZ, Ana Lúcia de Castro, os pratos de vasos, ralos externos, lonas (plásticos) continuam sendo os grandes vilões na luta contra o mosquito. “A cidade vem sendo trabalhada, intensamente, todos os anos, orientando a população sobre a necessidade de eliminar qualquer objeto que possa acumular água e servir de criadouro para os mosquitos. No entanto, durante a pesquisa, foi identificado que muitas pessoas ainda não se atentaram para a necessidade. Dos 5,9 mil imóveis visitados, aproximadamente a metade contava com objetos passíveis para criadouros”, alerta a especialista. De acordo com a classificação do IB, índices menores que 1 são satisfatórios; entre 1 a 3,9 a situação é de alerta e valores acima são classificados como risco. A média da cidade aferida em outubro foi de 0,30, classificado como satisfatório. No ano passado, no mesmo período, a cidade registrou 0,7. Com base nos dados levantados, as regiões da Agapeama, Jardim do Lago, Santa Gertrudes, além de Caxambu, Colônia, Ivoturucaia, Jardim Pacaembu, Tamoio, Jundiaí Mirim e Vila Nambi tiveram índice IB 1, consideradas áreas em alerta.  

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