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Jundiaí tem 69 novas vagas em janeiro

COLABORAÇÃO DE MARIANA CHECONI | 01/03/2019 | 05:01

O Caged (O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgou esta semana, os dados referentes ao número de empregos de janeiro de 2019, em Jundiaí. O saldo foi positivo. No geral, 69 novos postos de trabalho foram registrados.
O setor que mais gerou empregos no mês de janeiro foi o de serviços, com 376 vagas, a indústria de transformação, ficou em segundo lugar, com 290 vagas.
Em contrapartida, o setor de comércio terminou com o maior saldo negativo, 1.084 pessoas foram contratadas e 1.716 demitidas, gerando uma perda de 632 vagas. Isso se deve à contratação temporária que muitas lojas fazem para atender à demanda do final do ano. Logo após vem a agricultura, com um saldo também negativo de 18 vagas. O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Jundiaí (CDL) e do Sindicato do Comércio Varejista de Jundiaí e Região (Sincomercio), Edison Maltoni, não foi encontrado para falar sobre o assunto.
De acordo com o Gestor de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de Jundiaí, Messias Mercadante, os números divulgados são bons para a economia do município. “A tendência é que as novas empresas que estão se instalando na cidade irão gerar novos empregos para um maior número de pessoas”, afirma. O problema é a continuidade e segundo o economista, depende da economia do Brasil como um todo. “Jundiaí está com um desempenho muito bom no setor de indústrias mas, os próximos meses, vão depender das medidas econômicas que o governo irá decidir para o Brasil”.
Em segundo lugar a geração de vagas, a indústria de transformação envolve todos os setores de indústria da cidade, logística, alimentação, bebidas, automobilística, entre outras, de acordo com Mercadante. Jundiaí registrou 45 novas indústrias em apenas 12 meses. Hoje, o município conta com aproximadamente 1,8 mil.

Brasil
O Brasil gerou, em janeiro, 34,3 mil vagas de emprego com carteira assinada, informou nesta quinta-feira (28) o Ministério da Economia. O dado é pior do que o registrado em janeiro de 2018, quando foram criadas 77,8 mil vagas.
De acordo com os dados do Caged, os setores com melhor desempenho foram o de serviços, que criou 43,4 mil vagas, e a indústria, com 34,9 mil empregos. Após o encerramento do período de vendas do Natal, janeiro trouxe perdas no comércio, que cortou quase 66 mil vagas formais no mês. No recorte regional, o saldo foi positivo no Sul (41,7 mil), no Centro-Oeste (22,8 mil) e no Sudeste (6,5 mil). O Nordeste fechou 30,3 mil vagas, enquanto a região Norte cortou 6,4 mil postos.
Do saldo do mês, 10% dizem respeito a empregos criados no chamado regime de trabalho intermitente, modelo criado pela reforma trabalhista no qual não há jornada fixa regular e o profissional é chamado de acordo com a necessidade do empregador. Foram 3,4 mil vagas nessa modalidade.
No acumulado de 12 meses encerados em janeiro, foram criados 471,7 mil empregos com carteira assinada no país.

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