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Marceneiro tenta retomar trabalho no Jardim Caçula

VINÍCIUS SCARTON | 20/07/2018 | 13:00

Trabalhar e voltar a fazer o que mais ama na vida. Esse é o sonho do marceneiro Moisés Alves da Silva, de 52 anos, morador do Jardim Caçula, em Jundiaí. Ele atuou por 20 anos no ofício, mas desde janeiro deste ano não pode exercer a profissão. Ele conta que em março de 2017 foi contemplado pela prefeitura para utilizar um contêiner na rua José Maria Whitaker, no Jardim São Camilo. “Na oportunidade utilizava o espaço para guardar minhas ferramentas e madeiras”, diz. No entanto, afirma Moisés, depois de dez meses de uso do contêiner, a prefeitura não permitiu que ele continuasse por ali. “Além disso, minhas ferramentas de trabalho que estavam dentro do contêiner acabaram sendo perdidas”, lamenta.

O marceneiro diz que tem buscado resolver a situação junto às autoridades da cidade. “Mas até o momento o caso não teve uma solução e a minha situação segue complicada. Sou casado e tenho quatro filhos para sustentar”, descreve. A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Fundação Municipal de Ação Social (Fumas), esclarece que havia estabelecido com o referido marceneiro um contrato de locação para o exercício de atividade comercial no contêiner. “No entanto, a destinação prevista no contrato foi descumprida pelo locatário”, diz, em nota, afirmando que as ferramentas permanecem no local e podem ser retiradas por ele.

 

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