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Mutirão de ortopedia começa e espera atender 400 ao mês

| 17/05/2014 | 05:00

A Secretaria Municipal de Saúde realiza neste sábado um mutirão de ortopedia. A exemplo dos mutirões de cirurgias eletivas e de saúde mental implementados em 2013, o objetivo é reduzir a fila de espera. As equipes vão atuar tanto no Hospital São Vicente de Paulo, no Centro, quanto no Núcleo Integrado de Saúde (NIS), no Anhangabaú, com previsão inicial de 400 consultas mensais.

No São Vicente, a ortopedia vai atuar sob a coordenação do médico Itibagi Rocha Machado, que também é diretor da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ). “O andamento vai ser acelerado para os casos com maior rapidez diagnóstica, que poderão ser acompanhados posteriormente pelo especialista ou mesmo pelo clínico da respectiva unidade de saúde”, afirma a gerente do NIS, Célia Regina Pelliciari Galeotti.

De acordo com o NIS, a fila de consultas de ortopedia estava, na última segunda-feira (12), com 1.928 pacientes e todos seriam contatados e agendados por telefone pelos técnicos da secretaria.

“O pronto-socorro do São Vicente na área de ortopedia é um centro de excelência reconhecida pela Sociedade Brasileira de Ortopedia, com nível máximo de aprovação acadêmica dos médicos residentes. Com essa parceria, serão aproveitados, aos sábados, tanto o espaço físico do ambulatório quanto os exames como radiologia”, explica o superintendente do Hospital São Vicente, o médico Américo Lega. 

“Vamos colocar mais resolutividade nesse campo, com equipes trabalhando intensamente em busca da fila zero, meta que tem guiado esforços nas mais diversas áreas da saúde”, explica o secretário de Saúde, Gerson Vilhena Pereira Filho. 

Ação permanente
O trabalho da Secretaria Municipal de Saúde no campo da fila zero acumula diversas iniciativas desde o ano passado. Além de iniciativas nas áreas de cirurgias eletivas e de saúde mental, a medida do aumento do ‘teto’ de exames laboratoriais (como de sangue ou de urina) zerou no segundo semestre uma fila de 90 mil pacientes existente em janeiro de 2013. 

Outros setores que reduziram filas no ano passado foram exames como a ultrassonografia transvaginal (93%), a ultrassonografia de próstata abdominal (85%) e audiometria adulto (78%), além de especialidades como reumatologia (97%) e cardiologia adulta (70%). Em 2014, novas reduções a zero ocorreram nas filas de exames como endoscopia e colonoscopia, que chegaram a ter mais de 1,3 mil pessoas na fila, com ampliação de prestadores de serviço.


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