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Pacientes não percebem paralisação

| 26/06/2014 | 00:00

Os gritos de guerra do lado de fora não atormentavam os pacientes que esperavam pelo atendimento de consultas nos setores de Ortopedia e Pronto-Socorro do Hospital São Vicente de Paulo. Acostumados com a demora no atendimento, – normal pela quantidade de pessoas que passam por dia pelo local – não perceberam modificação no atendimento.

Edna Castrigline acompanhava a mãe, Sebastiana, de 73 anos, que esperava para se consultar por conta de dores abdominais. “Esperamos 45 minutos para passar pela triagem”, conta. Já Milinaí Gomes da Silva, moradora em Campo Limpo Paulista, estava com o marido, renal crônico, na sala de espera do Pronto-Socorro, na manhã desta quarta-feira (25).

“Está até mais rápido hoje. Ele já fez raio X. Tem dia que demora horas para ser atendido”, dizia. Na espera de uma ambulância para o levar embora para casa, Valdeci da Silva, morador de Várzea Paulista, estava satisfeito. “Cheguei 7h30 e 9h40 estou indo embora. Só fiz curativos para a cirurgia na perna. Tem dia que aqui demora muito mais”, explicou.

As duas horas de espera que Andrea Ribeiro, mãe de uma criança de três anos que fraturou o fêmur, teve de esperar para passar pelo raio X estava acima do normal. “Minha filha fez cirurgia há um mês. Estamos aqui para retorno com o médico. Hoje está demorando mais que nos outros dias”, apontou.


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