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PAIT celebra Dia Mundial da Saúde com muita orientação e caminhada

Da Redação | 07/04/2019 | 17:59

Cuidar da saúde não se resume somente em ir ao médico apenas quando se está doente, mas principalmente desenvolver hábitos saudáveis que possam preservá-la: o abandono ao vício do tabagismo é um deles, se faz necessário uma vez que o cigarro prejudica o funcionamento do corpo humano como um todo, impede que a mente se mantenha saudável, causando grandes problemas que hoje atingem a população mundial.

Sendo assim, neste domingo (7) – data em que se celebra o Dia Mundial da Saúde – a conscientização e a atitude são fundamentais, e por isso a Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), por meio do Programa de Assistência Intensiva ao Tabagista (PAIT), realizou no Parque da Cidade, uma caminhada para reforçar a conscientização sobre os perigos causados pelo cigarro.

Coordenado pelo cardiologista Carlos Henrique Costa, a médica Carla Ruske e a enfermeira Josiane Ferrari, o Programa busca lembrar que a vida sem tabaco é mais saudável, uma vez que o mesmo está associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, infartos, Acidente Vascular Cerebral (AVC), além de doença arterial periférica.

“O PAIT auxilia as pessoas a deixarem de fumar, e para isso promove terapias cognitivas-comportamentais e motivacionais nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), também no Núcleo Integrado de Saúde – NIS, e encontros que acontecem no Complexo Argos. Em casos de sintomas de abstinência, as terapias contam com o reforço de medicamentos. Ao finalizar, o trabalho alcança 80% de resultado positivo. É preciso ter atitude pelo bem-estar – inclusive do próximo – e consequentemente a melhor qualidade de vida.”

1 ano, 4 meses e 10 dias sem fumar!

A dona de casa Emília Gonzalez Salmazo (71), moradora no bairro do Retiro, hoje se considera uma vitoriosa: declara que se livrou do cigarro depois de muita persistência, e sofrimento. “Comecei a fumar aos 41 anos quando fiquei viúva. Fui trabalhar num consultório onde todos fumavam, menos eu, que sofria naquele ambiente carregado de fumaça, mal-estar. Daí encontrei no cigarro uma forma de extravasar o que estava sentindo: eles vão passar pelo mesmo sufoco que eu passo todos os dias! Uma bobagem, depois que comecei não conseguia mais parar: durante 29 anos fui escrava do vício. Comecei a participar dos encontros promovidos pela equipe especializada do PAIT e hoje comemoro: tenho mais vida, e com qualidade.”

 

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