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População reclama de problemas que não foram resolvidos em 2017

Mauro Utida . mutida@jj.com.br | 29/12/2017 | 12:26

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O ano de 2017 está terminando com diversos problemas sem solução em Jundiaí. Mato alto, quedas constantes de energia elétrica e as condições precárias da marginal do Rio Jundiaí lideram a lista de reclamações da população.

O aspecto de abandono causado pelo mato alto que se propaga pela cidade é uma das principais reclamações do momento. A Unidade de Gestão de Infraestrutura e Serviços Públicos (UGISP) alega que a licitação para a contratação das equipes de manutenção de áreas verdes está na fase final. “A expectativa é que até o mês de março possamos colocar Jundiaí em ordem”, declara o gestor da UGISP, Adilson Rosa.

Enquanto a contratação da empresa para manutenção de áreas verdes não é definida, muitos munícipes seguem preocupados com o mato alto. É o caso do representante comercial Henrique de Carvalho, que mora ao lado de uma praça na rua Vicente de Carvalho, na Vila Rio Branco, que está encoberta pelo matagal. “Estou decepcionado em ver a situação chegar a este ponto. Pago um valor alto de IPTU e não há retorno para a população”, declara.

Os serviços prestados pela CPFL Piratininga em Jundiaí também geram descontentamento. As denúncias envolvem tantos os bairros rurais, como a região central e bairros nobres, principalmente nos dias de chuva. A moradora do Jardim Santa Gertrudes, Camila Vivo, 27 anos, diz que as constantes quedas de energia têm causado transtorno em seu comércio, na rua Casemiro Brit Figueiredo. “Já fizemos diversas reclamações, mas não adiantou nada”, diz.

A CPFL informa que investiu R$ 18,2 milhões na modernização, manutenção e expansão de seu sistema elétrico no acumulado até setembro, em Jundiaí, Campo Limpo Paulista, Itupeva e Várzea Paulista. “O objetivo do aporte é justamente aumentar o nível de conforto e qualidade do serviço para os 287 mil clientes atendidos na Região”, informou em nota.

Já a Marginal do Rio Jundiaí é a estrada com o maior número de reclamações. Durante o ano, o JJ Regional fez inúmeras matérias sobre as condições precárias desta pista, que é gerenciada por Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí. As três prefeituras alegam que realizam a manutenção frequentemente, porém as operações tapa-buracos realizadas por estas administrações municipais têm deixado a pista irregular.

“Esta pista está péssima. A manutenção é mal feita, a marginal precisa ser recapeada com asfalto novo. Também precisam melhorar a sinalização e iluminação”, reclama o torneiro mecânico Denilson Manceli, 44 anos.

Para o deputado estadual Junior Aprillanti, que apresentou três emendas no valor de R$ 1,5 milhão para obras de melhorias, o ideal é que o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) assuma a manutenção da via. Uma das emendas do deputado, no valor R$ 350 mil foi liberada e utilizada para a instalação de defensas metálicas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]


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