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Prefeito define com Estado últimos detalhes das alças da Anhanguera

| 21/10/2014 | 21:24

O prefeito Pedro Bigardi (PCdoB) esteve reunido com o secretário estadual de Logística e Transportes, Clodoaldo Pelissioni, e com o diretor de Obras da Artesp, Theodoro de Almeida Pupo Júnior, nesta terça-feira (21), no edifício do órgão estadual, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo, para definir os últimos detalhes do projeto executivo que vai ditar o andamento das obras das alças de acesso em dois trechos da rodovia Anhanguera, em Jundiaí.

A obra – que terá investimento aproximado de R$ 190 milhões – visa acabar com um dos principais gargalos viários da cidade, a rotatória da avenida Jundiaí, além de dar fluidez à própria Anhanguera, principalmente entre o trecho do Km 53 ao Km 62. “Após finalização do projeto executivo, vamos dar início às desapropriações, além de suporte total à Autoban nas intervenções viárias. As alças de acesso trarão mais mobilidade e fluidez não apenas à entrada da cidade, mas para toda a logística da Região” defendeu Bigardi com a planta atualizada do local das futuras obras.

Há alguns dias, a Prefeitura de Jundiaí, como meio de agilizar o trâmite, encaminhou uma carta-compromisso à Autoban se prontificando com as obras de contrapartida que cabem à municipalidade ao longo do córrego da Walquíria, “em um novo canal viário que vai interligar a marginal Anhanguera no km 59 à avenida Luiz Latorre”, como explicou o secretário de Obras, Alan Pícollo, que acompanhou o prefeito na reunião desta terça-feira.

O projeto está em processo licitatório e deve ter início em fevereiro de 2015 com previsão de término de um ano. Serão 3 quilômetros de via (1,5 km para cada sentido), numa área pavimentada de 30,3 mil m² e recapeamento em outros 3,7 mil m². O novo corredor ainda vai contemplar ciclovia e 14,4 mil m² de área de passeio, drenagem de águas pluviais, novo paisagismo, iluminação e travessias sobre o córrego. O investimento da Prefeitura de Jundiaí é de R$ 11.970.000,00.

Novos prazos – Ao contrário do que o governador Geraldo Alckmin havia previsto, o início da intervenção deverá ocorrer no primeiro trimestre de 2015 e não em dezembro deste ano. A prorrogação deve-se, principalmente, em razão das tratativas entre Estado e a concessionária Autoban, que deve custear a obra por meio da contratação de empresas terceirizadas, recebendo como contrapartida a extensão do contrato de licitação e exploração da Anhanguera pelo Estado. Superado esse estágio, a documentação segue ainda para a análise da Cetesb, que deve ratificar o documento dentro do estudo de impacto ambiental da Região.


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