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Se não chover nos próximos dias, safra de uva terá quebra

| 09/10/2014 | 22:59

Outubro é o mês em que as parreiras estão em pleno crescimento dos cachos das uvas. Até o momento, a falta de chuva não gerou prejuízos à cultura. No entanto, se nas próximas semanas não houver precipitação suficiente para irrigar o solo, a produção sofrerá perdas tanto na qualidade dos frutos, quanto na quantidade.

De acordo com dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Estado da Agricultura, Jundiaí produziu no ano passado 2.380.000 caixas de uvas com seis quilos. Esse número pode não se repetir nesse ano, caso o clima não colabore com a produção. Na cultura de Odair Lourençon, no Traviú, em Jundiaí, os 35 mil pés de uvas estão com os cachos em fase de ‘chumbinho’ – quando começam a crescer e formar as bagas.

A produção de Lourençon no ano passado rendeu 23 mil caixas de seis quilos da fruta. Esse ano, apesar de até o momento tudo ter corrido como o esperado, a produção vai ser menor, cerca de 20 mil caixas. Mas não é só a produção de Lourençon, no Traviú, que a seca tem castigado.

Segundo o engenheiro agrônomo e pesquisador do Centro de Engenharia Agrícola (CEA) do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Afonso Peche, a qualidade da uva e a quantidade serão sacrificadas em toda a cidade.

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