Jundiaí

Taxa de ocupação nos leitos do GAC já chega a 76%

HOSPITAL DE CAMPANHA 12 GAC CORONAVIRUS DIONIORIA RODRIGUES CAVALHEIROS
Crédito: Reprodução/Internet
Com 19 dos 25 leitos ocupados, sendo 24 clínicos e um de estabilização, o Hospital de Campanha de Jundiaí chega a 76% de sua ocupação nesta quarta-feira (8). Assim, restam 5 leitos de enfermaria e 1 leito de estabilização. Montado no 12º Grupo de Artilharia de Campanha (12ºGAC), o hospital iniciou o atendimento no dia 30 de junho, com cinco pacientes, tendo como objetivo desafogar o Hospital São Vicente. Segundo o protocolo de atendimento, para a unidade são encaminhados pacientes que já superaram a fase mais crítica da doença e que se encontram com quadro clínicos leve, prestes a terem alta médica. É o caso da moradora de Várzea Paulista, Dioniria Rodrigues Cavalheiros, 79 anos. Após 9 dias internada, sem nenhum paladar e muita fraqueza, ela conta os minutos para receber alta. “Sou muito grata por estar viva, mas agora quero mesmo voltar para minha casa”, declara. Até esta quarta-feira, o município tinha registrado 4.778 casos confirmados de coronavírus e 222 mortes (veja boletim atualizado ao lado). Em Jundiaí, desde o início do mês de julho, foram registrados 100 novos casos da doença. O maior reflexo está nos leitos de UTI. Em 20 dias, a ocupação cresceu 25%. No dia 18 de junho, os hospitais públicos tinham 51% dos leitos de UTI ocupados. Agora chega a 74%, tanto na rede pública, quanto na privada, segundo dados do Boletim Epidemiológico. Em Jundiaí, existe um plano de contingência de enfrentamento ao novo coronavírus que criou uma parceria entre os hospitais São Vicente e Regional para absorver os casos da região de Jundiaí. O objetivo é que o São Vicente seja a porta de entrada e assistência integral aos pacientes com coronavírus e o Hospital Regional receba pacientes com outras doenças.

HC IBIRAPUERA

A partir de hoje (9) o Hospital de Campanha do Ibirapuera, em São Paulo, irá receber pacientes da Regional de Saúde de Campinas (DR-7), da qual faz parte 42 municípios. O remanejamento será feito pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross), do governo estadual, mas caberá a cada prefeitura a transferência dos pacientes. O hospital dispõe de 240 leitos de enfermaria e 28 de UTI, além de sala de descompressão, consultórios médicos e tomografia. “O hospital tem cerca de 55% de ocupação, mas Campinas terá desafogada sua capacidade hospitalar, que já supera 80%", afirmou o Secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi.   [caption id="attachment_95792" align="aligncenter" width="800"] APÓS 5 DIAS INTERNADA, DIONIORIA RODRIGUES CAVALHEIROS, CONTA SÓ QUER SABER DE VOLTAR PARA CASA[/caption]

Notícias relevantes: