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Três mil crianças devem receber a dose da pentavalente

THIAGO AVALLONE | 25/01/2020 | 05:00

A oferta de vacinas Pentavalente e DPT (Tríplice Bacteriana – Difteria, Tétano e Coqueluche) foi normalizada para o mês de janeiro nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Segundo a Prefeitura de Jundiaí devem imunizar três mil crianças entre 2 a 6 meses de idade nas próximas semanas.

A falta da vacina nas UBSs em dezembro preocupava as mães que buscavam alternativas em clínicas particulares e acabaram arcando com custos altos para não correrem o risco de seus recém-nascidos contraírem doenças, como difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, além de um tipo de meningite causada por bactérias.

A dona de casa Sara dos Santos Rosa, de 25 anos, estava na UBS da Vila Hortolândia com suas filhas gêmeas Ester e Emanuele, de um ano, para uma visita ao pediatra e ressaltou a importância das vacinas estarem disponíveis novamente na cidade. “Eu não tive problemas para vacinar as minhas filhas, pois a imunização delas foi feita em julho, mas tenho muitas amigas que passaram por essa dificuldade e até pagaram para vaciná-las pelo sistema privado. Ainda bem que o Ministério da Saúde disponibilizou novamente”, disse Sara.

De acordo com a enfermeira da Vigilância Epidemiológica (VE) da Unidade de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS), Maria do Carmo Possidente, a distribuição foi feita na última sexta-feira (17). “Foi feita uma grande força-tarefa para que a semana fosse iniciada com todas as unidades abastecidas com as vacinas. As famílias devem buscar as unidades de referência para fazer a imunização, lembrando que cada unidade conta com horários específicos, sendo que, alguns serviços também imunizam no período noturno (Hortolândia, Clínica da Família Novo Horizonte, Tamoio e Agapeama)”, explica.

Somente com a Pentavalente, que imuniza crianças aos 2, 4 e 6 meses, a demanda mensal do município é de 1,5 mil doses. “A quantidade recebida atende a nossa demanda acumulada. A expectativa da cidade é que a entrega seja normalizada a partir de agora”, ressalta a técnica, lembrando que a falta do produto foi derivada da reprovação pela Anvisa de lote adquirido pelo Ministério da Saúde (MS), ainda no ano passado.

 


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