Opinião

E a vida...mais feliz!

Mensageiros da caridade, cujo trabalho anônimo não há dinheiro que pague


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GUARACI ALVARENGA
Crédito: divulgação

As redes sociais divulgaram neste mês de maio o dia comemorativo do "abraço amigo". Embora a comemoração se revista hoje mais pelo lado comercial, a sua lembrança, no entanto, nos remete ao encontro de pessoas que fazem sua felicidade no bem servir.

Preciso mandar um forte abraço falar a esta gente, verdadeiros mensageiros da caridade, cujo trabalho anônimo, não há dinheiro que pague. Observe que não há cansaço físico que impeça seus arroubos de entusiasmo e alegria, na prática da bondade. Não buscam votos para se eleger a cargos públicos. Não aparecem na mídia, seja em dia de festa ou em tempos de eleição. São vozes e mãos silenciosas. O trabalho abnegado é um movimento perene de resistência aos mais necessitados e a ação social é das mais dignas. O trabalho maior é por amor e anseio de um mundo mais justo.

Confesso que ao vê-los desperta um sentimento contagiante de esperança, que infelizmente, andava abafado na alma, pela infâmia impune destes tempos de egoísmo endêmico. Há, entretanto, nesta terra, instituições identificadas pelo valor da conduta, que mostram a relevância do papel comunitário na cidade de Jundiaí. Muitas vezes, ignoradas pelos mais afortunados, estas instituições, a duras penas e recursos escassos, mantem acesa, com uma fé inabalável, a chama divina da bondade e da caridade.

Peço permissão, com este abraço, para aumentar a força das palavras de estímulo a todos aqueles que de uma forma ou outra tocam o coração da gente.

Nosso grato olhar alcança os benfeitores da Casa de Nazaré, Casa de Santa Martha, Casa de Passagem, Cidade Vicentina, Casa Transitória, Lar Nossa Senhora das Graças, Casa da Fonte. Não perdemos de vista a Ateal, a Bem Te Vi, Fundação Cintra Godinho, o Instituto Luiz Braille. Veja esta gente solidária do lar Vinha de Luz, Operários da Verdade e Fraternidade e do Grupo do GUMA. Olha o Lar creche Wilson de Oliveira e a Missão de Belém. As centenárias Lar Analia Franco, Galeão Coutinho, S.O.S. e Grendac.

Não poderia esquecer-me de mandar um forte abraço às pessoas amigas, que nos acompanham e participam de muitos momentos de felicidade, em nossas vidas. Aos amigos do futebol do Clube, os Grupos Masters e UPA e Sauna. Às Academias de Letras e de Letras Jurídicas de Jundiaí, do Clube ACRE, aos inúmeros grupos do Facebook, as divinas mulheres do Clube da Lady, a irmandade da Sexta Especial, a todos leitores e ouvintes que me acompanham nestes longos e saborosos 17 anos.

Pessoas e entidades que jamais poderão ser esquecidas, porque são gratas ao coração de gente. Aprendemos com a vida que o amor não vê defeitos, o amor procura o que há de melhor em cada um de nós. Como no cantar de Almir Sater em Tocando em Frente: É preciso amor pra poder pulsar. É preciso paz pra poder sorrir. É preciso a chuva para florir. Cada um de nós compõe a sua história. Cada ser em si. Carrega o dom de ser capaz. E ser feliz.

A todos vocês, aquele abraço!

GUARACI ALVARENGA é advogado.


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