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Espaço do Cidadão – 04/10/2018

LEITOR | 04/10/2018 | 04:00

PADRES, PASTORES E POLÍTICA: Aproxima-se a eleição, na qual fatores religiosos, ideológicos e históricos terão preponderância. Autoridades como o bispo de Jundiaí, Dom Vicente Costa, através de públicas recomendações, define o papel do religioso de orientar e esclarecer os fiéis, evitando qualquer vinculação partidária. Evidencia-se o papel da hierarquia, num Estado constitucionalmente laico. Todavia, se o Estado é laico, o cidadão tem e pratica sua religião pessoal.

O Brasil teve origem e desenvolvimento marcadamente católicos, a começar pela primeira missa no dia 3 de maio de 1500. Houve um regente na pessoa do padre Diogo Feijó, tutor do imperador D.Pedro II. Ilustres sacerdotes ocuparam cargos políticos na defesa de instituições cristãs, como o senador Mons. Arruda Câmara, que clamava de seu púlpito: “O comunismo é uma flor exótica, não germinará no Brasil”. Após a Constituição republicana, a liberdade de culto e credo favorece padres e pastores, que orientam seus fiéis no comportamento cívico. Mas existem os que cedem ao encanto de ideologias fundamentadas na negação da fé, da família e dos valores da civilização. A mistura da mensagem evangélica com ensinamentos socialistas gerou, na Europa, e trouxe para a América, essa utopia ateia, apelidada de “Teologia da Libertação”. Não liberta coisa alguma… E sim fomenta a luta de classes, a ditadura do proletariado e a desordem social, nos esquemas de Marx, Engels e Feuerbach.

Papas santos e responsáveis, como Leão 13, João Paulo 2º. e Bento 16, condenaram essa “teologia” e seus principais atores, por exemplo aqui na América, os frades Boff e Camilo Torres. Numa publicação de 2009, leio pesquisa de uma pastora luterana sobre “uma teologia latino-americana” (sic). Ora, a Teologia é uma doutrina universal sobre todos os humanos e não somente os nossos vizinhos…

Vale recordar que, na hora do voto, na escolha de cidadãos que vão dirigir e reconstituir a nação, é preciso considerar como os princípios cristãos devem prevalecer sobre promessas e partidos!
Antônio Luiz Gomes

COLUNA DO MARTINELLI: Na Coluna do Martinelli no portaljj.com.br, publicada em 30/09/2018 em homenagem ao Dia da Secretária, o dr. João Carlos José Martinelli expõe com muita experiência o tão importante desempenho dos profissionais na ocupação de secretariado de alguma outra pessoa, unindo seriedade, sigilo, competência e dedicação na importância do cargo que exige grande responsabilidade!

Origem ligada a Lilian Sholes, primeira mulher a datilografar em uma máquina de escrever em público, testando o invento de seu pai, Cristopher Sholes. Uma boa secretaria tem um pouco de mãe, de amiga e muito de competência no ofício versátil e confiável que merece ser reverenciado e respeitado.
Adão Antônio Motta


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