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Espaço do Cidadão – 20/11/2018

LEITOR | 20/11/2018 | 04:00

MAIS UM TIPO DE GOLPE NA PRAÇA: Quero relatar o que me ocorreu no último dia 9 de novembro (sexta-feira), em Jundiaí, para alertar possíveis futuras vítimas. Tínhamos contestado uma compra de cartão de crédito, então não estranhei quando ligaram da “seguradora do cartão” relatando uma tentativa de compra de valor alto, em outra cidade. Quando confirmei que era fraude, fui orientada a telefonar “logo” para a operadora do cartão e denunciar. Liguei para o número do verso do cartão, expliquei o ocorrido, dando o número do cartão, e fui então informada de tentativa de saque no outro cartão da conta e orientada a cancelar também o outro cartão, cuja senha precisei informar.

A “atendente” informou que parecia uma fraude “chupa-cabra” e que já tinha cancelado os dois cartões, e me estimulou a cooperar com a perícia feita pela Polícia Civil, eu podendo levar os cartões ou eles mandariam um portador (identificado e com senha) retirar, o que eu aceitei. Então a mulher “pisou na bola”: pediu que eu não desligasse o telefone até o portador chegar (como naquele golpe do filho sequestrado). Disfarcei e imediatamente liguei do celular para o gerente da conta bancária, cancelei (de verdade) os cartões e ouvi que isso não existe, de recolher cartões para periciar.

Conclusão: quando pediram para eu ligar logo para a operadora do cartão de crédito, conseguiram desviar minha ligação para outra linha telefônica! Uma fraude sofisticada. A mulher ainda ligou várias vezes, insistente e meio agressiva, mas o “portador” não teve coragem de aparecer. Não tive prejuízo, mas um belo susto. Moral da história: até quando você faz a ligação, pode estar sendo manipulado. Por favor divulguem, mas eu me sentiria mais segura com anonimato, já que a quadrilha sabia nossos nomes, endereço e telefone.

Silvia Vasconcellos

SOBRE A REPORTAGEM ‘HOSPITAL SÃO VICENTE REGISTRA RECORDE DE CIRURGIAS EM OUTUBRO’:Eu não tenho que reclamar do São Vicente, ao contrário, só agradecer. Meu avô sofreu três enfartes até chegar ao hospital. Chegando lá eles foram muito ágeis, já subiram com ele até a sala de cirurgia, fizeram a cirurgia de colocar o stent e fazer cateterismo. Foi muito rápido. Só uma coisa que não gostei foi a médica falar que meu avô teria 8% de vida, que ele teria que responder bem durante as 72 horas. Mas graças a Deus ele respondeu super bem essas 72 horas. Temos que agradecer desde a emergência até a equipe da UTI e a clínica masculina que tratou ele super bem.
Mayhara Evelyn, pelo Facebook


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