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Espaço do Cidadão – 21 de fevereiro

LEITOR | 21/02/2018 | 05:01

EXCELENTE ARTIGO
Excelente artigo, Faustino (na edição do JJ do último sábado)! Escreveu como um teólogo, um sociólogo, um psicólogo. Mas creio que você é tudo isso!
Irmã Irene

 

2018: UM ANO DE MUITA ATITUDE
Terminamos 2016 elegendo “esperança” como a palavra de ordem para 2017. Ainda bem, porque como todos vocês sabem ela foi muito necessária. Sobrevivemos, almejamos, sonhamos, buscamos e, mais do que tudo, agimos. Não ficamos esperando. Não cobramos apenas, mas interferimos no processo, fomos proativos na defesa dos interesses dos nossos associados.

Fizemos incontáveis reuniões junto ao Executivo e Legislativo. Trabalhamos com a nossa Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) para o aprimoramento de medidas provisórias e projetos de lei, contabilizamos mais de 20 sugestões de emendas protocoladas pelos parlamentares da FPMAQ; e trabalhamos pela desoneração da folha, pelas reformas tributária e da Previdência, com participação ativa na conquista da reforma trabalhista.

Propusemos projetos de lei atendendo à demanda dos associados e participamos de pelo menos 11 audiências públicas a convite dos presidentes de comissões mistas no Congresso Nacional. Organizamos ainda uma coalizão questionando o pedido de antidumping ao aço plano vindo da China e da Rússia e obtivemos sucesso na nossa demanda. Acompanhamos ativamente as negociações do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, assim como as reuniões envolvendo o novo regime para a indústria automotiva – o Rota 2030 – e o programa RenovaBio para o setor de biocombustíveis. Ou seja, temos trabalhado para sermos protagonistas da nossa própria história.

Temos usado todo o nosso conhecimento para levar ao governo o que precisamos para voltarmos a ser uma indústria forte. Como disse Ronald Reagan em 1988, em seu discurso de despedida da Casa Branca, intitulado “We, the people”, “Somos nós, o povo, que devemos dizer ao governo o que fazer e não o contrário”.

Nessa mesma linha, somos nós, ABIMAQ e SINDIMAQ, os legítimos representantes da indústria de bens de capital que devemos dizer ao governo o que é preciso fazer, e não o contrário. Pois só sente a dor quem leva a pancada. Cada um de nós sabe aonde aperta o calo.

Esperamos que o atual governo, e principalmente o que será eleito no próximo ano, escolha o crescimento econômico como prioridade, inclusive para ajudar no indispensável ajuste fiscal. Vamos enfrentar 2018 com galhardia.
João Carlos Marchesan – pres. do Conselho de Administração ABIMAQ/SINDIMAQ


Link original: https://www.jj.com.br/opiniao/espaco-do-cidadao-21-de-fevereiro/
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