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Espaço do Cidadão – 25 de março de 2018

LEITOR | 24/03/2018 | 16:58

POLUIÇÃO SONORA E QUÍMICA: Observo que é alto o índice de poluição sonora e química emitida pelos veículos que trafegam pelas ruas e avenidas de Jundiaí. São motocicletas com “escapamento aberto” fazendo um barulho extremamente desagradável ou carros e caminhões antigos que soltam uma fumaça sufocante e mal cheirosa pelo escapamento. Por um lado, temos essas ocorrências e, por outro, não vejo o pessoal do setor de trânsito fazendo qualquer tipo de fiscalização. Gostaria de saber o que a prefeitura poderia fazer em relação a esta situação.
– Adão José Lopes

Resposta da Prefeitura de Jundiaí: A Unidade de Gestão de Mobilidade e Transporte (UGMT) informa que a regulamentação e as características dos veículos quando fabricados são de responsabilidade da União. Já a fiscalização de emissão de gases em escapamento é, por se tratar de infração ambiental, de responsabilidade da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A questão de ruído de escapamento, por se tratar de fiscalização sobre o veículo e seus equipamentos, é de responsabilidade estadual através de órgãos como o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e Polícia Militar, não cabendo atuação de órgãos municipais na fiscalização. A UGMT ressalta ainda que a fiscalização de agentes ocorre na forma de circulação, parada e em estacionamentos, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em tempo, a UGMT destaca ainda a assinatura, em 21 de março de 2018, por parte da prefeitura, de um termo de cooperação com a Siemens de forma a avaliar e qualificar as medidas que podem ser aplicadas, colaborando com a redução de emissão de poluentes no município.

INDICAÇÕES POLÍTICAS PARA ESTATAIS SÃO FONTES DE CORRUPÇÃO: A Caixa Econômica Federal incorporou ao seu estatuto a limitação das indicações políticas para cargos de direção do banco. Essa decisão deu-se poucos dias depois de quatro dos seus diretores serem afastados de suas funções por suspeitas de irregularidades. Todos haviam sido indicados por partidos aliados do Governo Temer. A limitação é um avanço, considerando que indicações políticas para cargos em instituições públicas são fontes inesgotáveis de corrupção. A história recente do nosso país nos oferece vários casos de irregularidades. Um dos mais conhecidos envolve Paulo Roberto Costa, que foi indicado pelo PP em 2004 para a Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Costa chefiou um esquema no qual 3% dos valores de contratos de empresas privadas eram destinados ao próprio PP e ao PMDB e PT.
– Antonio Tuccílio – presidente da Confederação Nacional dos Servidores Públicos


Link original: https://www.jj.com.br/opiniao/espaco-do-cidadao-25-de-marco-de-2018/
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