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Espaço do Cidadão – 25/12/2018

LEITOR | 25/12/2018 | 04:00

SALVAR O MENINO JESUS: Naqueles tempos, o Arcanjo Gabriel, mensageiro, surpreendeu uma jovem da família de Judá. Como saudação, proclamou-a bendita entre todas as mulheres e portadora de uma benção em seu ventre. A Anunciação deveria ser fundamento de toda a Revelação cristã. Nas igrejas luteranas, por exemplo, no Domo em Berlim, e na quase destruída “Martin Luther”, paróquia que milagrosamente resistiu ao trágico desabamento de 1º- de maio, em São Paulo, os coloridos vitrais registram os três momentos da Fé: Anunciação, Paixão e Ressurreição.
Já defendi que o Natal fosse comemorado na Anunciação. Mas ninguém aceitou que Papai Noel tivesse de trabalhar em 25 de março!… É verdade que a existência do Redentor já estaria presente nesse período, mesmo que com ela não concordasse, por exemplo, o nosso douto Juiz Barroso, do STF. Ele absolveu, no caso de aborto, aquelas que o praticassem nas doze primeiras semanas: uma ideia parecida com as antigas, dos alquimistas, e até mesmo do Santo Tomás de Aquino, para os quais o embrião ainda não teria características “humanas”…
A mocinha de Nazaré esperou que sua gravidez chegasse aos quatro meses. Então ela visitou a prima Isabel, já idosa, grávida do futuro autor dos batismos, João! Empolgada, Maria declamou um maravilhoso poema (Lucas,1,46) o “Magnificat”, traduzido em música, principalmente, por J. S. Bach… Quando perseguido, o líder da Reforma, Martim Lutero, no castelo de Wartburg, escreveu sobre o “Louvor de Maria”. Ele mereceu belíssima edição comentada por Dom Raymundo Damasceno, arcebispo de Aparecida, no ano passado.
Entretanto, naquele Natal de Belém, na Judeia, nem tudo era alegria. Reis magos, interrogados por um perseguidor, Herodes! Escapando dos ataques abortivos – como seria hoje, com a presença arrogante e estúpida de parlamentares do PT, PSol, PC do B “et caterva” – a criança, da manjedoura, precisou fugir para o Egito. Jundiaí ganhou uma Padroeira!!… O importante: salvar a Fé, a Redenção e a Vida do Gênero Humano. Árdua missão que cabe a todos nós, confiantes na atuação da Ministra para os Direitos Humanos, a pastora Damares Alves.
Que a harmonia dos Oratórios de Natal ressoe junto com os sinos, à sombra dos pinheirinhos (nevados?)- unidos aos participantes do Louvor e da Graça, nos Presépios, fontes de Vida para todos os remidos!
Prof. Antônio Luiz Gomes


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