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Espaço do Cidadão – 31/08/2018

LEITOR | 31/08/2018 | 04:50

EDUCANDO AS NOVAS GERAÇÕES: Não canso de elogiar os artigos do Dr. João Carlos Martinelli. O do último domingo (entitulado “Hoje é o Dia da Igualdade Feminina”), no portaljj.com.br, colocou exatamente a realidade em nosso país: ainda há preconceito, diferença em salários para idênticos serviços exercidos por homens e mulheres, supremacia masculina e violência física e psicológica contra o sexo feminino. Como mudar essa situação? Educando as novas gerações de que homens e mulheres têm direitos iguais e que as pessoas devem se respeitar, vivendo em harmonia. Parabéns ao prof. Martinelli.
Olga Rebelo

MOTIVO DE ORGULHO: Faustino Vicente, como tenho acompanhado sua trajetória, ela é motivo de orgulho para mim. Seu legado persistirá entre aqueles que tiveram o privilégio de usufruir de seus conhecimentos. Parabéns é pouco para tão louvável percurso.
Marilzes Petroni – presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí

FALAR E DISCUTIR: Faustino Vicente, bom dia! Muito obrigada por sua atenção e apoio. Parabéns por suas crônicas. É importante que as mulheres vejam sua importância e valor e entendam que podem se apoiar. Foram milênios de desprestígio e desvalorização, que só reverteremos falando e discutindo. Um grande abraço.
Daniela Magalhães

COLUNA DO MARTINELLI: O dr. João Carlos José Martinelli mais uma vez nos brinda com sua excelente coluna (de 26/8) repleta de conhecimentos e vivência do cotidiano social, profissional e familiar no dia comemorativo da “Igualdade Feminina”. É uma data de suma importância para os direitos da mulher em todos os meios de participação de igualdade com o seres de sexo masculino.
A alusão à ratificação da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 26 de agosto 1789 na França, objetiva promover o ativismo contra as agressões ao sexo feminino. Muitas lutas e até lobbies de deputadas visando situações jurídicas no Brasil aconteceram e, somente no século 21, trouxeram mudanças, como o Código Civil indicando marido e mulher como chefes de família.
A partir de agosto de 2006, a grande vitória feminina foi com a Lei Maria da Penha, que passou a tipificar a violência doméstica. A colaboração feminina necessita de muitas considerações e respeito em todas as funções que envolvem as mulheres.
Adão Antônio Motta


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