Jornal de Jundiaí | https://www.jj.com.br

Fustino Vicente: Leonardo da Vinci e a Copa

FAUSTINO VICENTE | 10/07/2018 | 05:00

Acompanhando os jogos da Copa do Mundo, temos ouvido dos comentaristas que o craque mais raro, no mercado mundial, é aquele que a crônica consagrou como o camisa 10, ou seja, o homem de criação. Num “passe de mágica”, ele deixa o companheiro na cara do gol. É só chutar e… Correr pro abraço.

A história da humanidade consagrou Leonardo da Vinci (1452-1519), como um camisa 10. Celebrizado como o pintor da Última Ceia e da Mona Lisa, com seu enigmático sorriso, esse italiano foi inventor, cientista, escultor, engenheiro, músico, desenhista, cartógrafo, matemático e arquiteto, além de dominar outras áreas, como a física, astronomia, zoologia, botânica e a fisiologia.

Sua genialidade o consagra como o profeta da criatividade e o pai da empregabilidade – soma das competências e habilidades individuais.
A sua fértil imaginação o fez viver séculos à frente do seu tempo. Como o maior desafio mundial é a geração de ideias para resolver os graves problemas sociais da maioria da população mundial, pergunta-se: quanto vale uma ideia?
Quanto continuam valendom as ideias de Marie Curie, de Oscar Niemeyer, de Thomas A. Edison, de Santos Dumont, de Walt Disney ou de Madre Tereza de Calcutá?

Quanto valem as ideias de Bill Gates – o homem mais rico do planeta? Ideia não tem preço, tem valor, muitas vezes muito além das cifras que engordam contas bancárias, pois, salvam vidas, elevam a autoestima das pessoas, transformando-as em cidadãos ou permitindo que o maior objetivo do ser humano seja atingido: a felicidade.

A ideia, considerada como a representação intelectual de um objeto ou de um processo, terá maiores chances de êxito quando baseada no conhecimento, requisito tão importante que é texto bíblico (Provérbios 4:7): “A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega tudo que possues na aquisição do entendimento”.

ARTICULISTA FAUSTINO VICENTEOrganização inovadora, de qualquer natureza e porte, é aquela que tem a iniciativa de estimular seus funcionários a se desenvolverem no campo da comunicação, motivação e liderança, triângulo mágico das transformações. Considerando que o mundo é dos curiosos, a implementação do PAI – Processo de Associação de Ideias – é uma iniciativa que faz da aprendizagem coletiva uma forma inteligente e prática de agregar valor aos produtos e serviços.

As profundas e velozes transformações, que a Tecnologia da Informação (TI) está provocando, nos leva à seguinte reflexão: “Quando pensamos que temos todas as respostas, vem o mundo e muda todas as perguntas”.

FAUSTINO VICENTE é advogado, professor e consultor em Gestão da Qualidade. E-mail: faustino.vicente@uol.com.br


Link original: https://www.jj.com.br/opiniao/fustino-vicente-leonardo-da-vinci-e-a-copa/
Desenvolvido por CIJUN