Jornal de Jundiaí | https://www.jj.com.br

Os efeitos das crises e e prosperidades

MESSIAS MERCADANTE (redacao@jj.com.br) | 21/02/2018 | 08:01

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em um olhar retrospectivo sobre a atividade econômica, poderemos observar os períodos de crises e prosperidades. A prosperidade é fruto de um esforço de trabalho global, convergente, na direção certa, que resulta em efeitos positivos contagiantes, num processo de interdependência e complementaridade, produzindo o que chamamos de multiplicador de desenvolvimento econômico.

MESSIAS MERCADANTE

MESSIAS MERCADANTE

Todos os países trabalham, permanentemente, com objetivos de prosperidade e, somente com ela, é possível assegurar empregos, renda e bem-estar para a sociedade.

A indesejável crise acontece exatamente na relação inversa e provoca um estado latente de desconfiança e insegurança nos agentes econômicos, que provoca um efeito amortecedor na atividade econômica, solapando empregos, renda e fechamento de empresas.

Nos dois fenômenos, duas variáveis são fundamentais para estimularem e oxigenarem a atividade econômica, em que níveis estejam: a moeda e o crédito.

O volume adequado necessário e imprescindível de moeda e crédito na economia está intrinsecamente ligado às suas respectivas “velocidades de circulação”, podendo agir com maior ou menor velocidade, conforme a também velocidade de circulação dos bens. Na crise as transações ocorrem mais lentamente e, na prosperidade, com maior velocidade.

A crise de 2014 até 2017, sem precedente na história econômica do Brasil, produzida por um “projeto de poder”, portanto, não resultante de efeitos sistêmicos da economia mundial, contou com um componente agravador que foi o encolhimento acentuado do crédito bancário no País.
Em meio a essa realidade estranguladora, muitas empresas desapareceram, mas felizmente todas as que sobreviveram fizeram ajustes vitais em suas operações, como as reduções de custos; melhoria da produtividade; reestruturações em seus departamentos comerciais; redução de níveis hierárquicos; e remodelações na linha de produtos e na cadeia de suprimentos, além da gestão financeira com a visão clara de escassez de crédito.

Atualmente, há uma reversão a caminho, qual seja, aumento da oferta de crédito bancário para uma demanda menor, o que poderá reduzir os juros.

MESSIAS MERCADANTE é professor da UniAnchieta, autor do livro “O Gerenciamento da Vida Pessoal, Profissional e Empresarial” – Ed. M. Books – SP – e gestor de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de Jundiaí. E-mail: messiasmercadante@terra.com.br[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]


Link original: https://www.jj.com.br/opiniao/os-efeitos-das-crises-e-e-prosperidades/
Desenvolvido por CIJUN