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Vânia Mazzoni: Nosso time em campo

vânia mazzoni | 20/06/2018 | 06:00

Chegou a Copa do Mundo e mesmo eu, filha de um pai corintiano “roxo”, não sou a mais fanática por futebol. Claro, não dá para negar que em alguns momentos somos contagiados pelo clima da competição e pela vontade de vencer. Me peguei pensando o que o futebol tem a ver com nosso dia a dia e principalmente com nossa área, de Recursos Humanos. Sabemos que o resultado do campeonato não se dá com um único jogo e que jogos não são apenas aqueles 90 minutos. Por trás dos 11 em campo tem muita gente, tem muito trabalho e dedicação. Tudo começa muito antes, com a convocação dos jogadores. Assim como numa empresa, por vezes convocamos vários colaboradores até achar uma combinação que funcione, um verdadeiro time.

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Depois de escalados é preciso montar a estratégia de jogo; ou será que a estratégia vem primeiro e depois escolhemos o time? Seja como for, é preciso que a equipe tenha sinergia e tudo deve ser feito e pensado para um único objetivo – ganhar -, de preferência com belas jogadas. Temos que estudar os nossos adversários, saber por onde atacar e por onde defender. De alguma maneira, é como fazer uma análise de Swot, identificando nossas forças, oportunidades, fraquezas e ameaças. Cada membro do time tem suas competências e habilidades. Temos que lembrar que o jogador não nasce pronto, assim como nossos colaboradores devem ser treinados para realizar algo, para despenhar uma tarefa específica, ou várias com qualidade. Esse conjunto de habilidades que uma pessoa detém e que a permite desempenhar determinado trabalho ou atividade.

A competência tem muito a ver com a capacidade de pensar diante de situações complexas, buscando alternativas inteligentes e melhores recursos para solucionar um problema de forma eficiente. Isso parece familiar? Em campo ou fora dele, cada um tem sua importância, sua especialidade para o resultado final. O técnico é como um gerente, tem que ter uma visão macro do jogo, do campeonato e conhecer todos os detalhes de cada um de sua equipe para orientar as melhores jogadas. Cabe ao técnico orientar, dar feedbacks, mudar estratégias e até trocar jogador em meio ao jogo para melhorar o aproveitamento da equipe. Outra coisa que não podemos esquecer é a motivação. Basta apenas um da equipe achar que o jogo está perdido para desmotivar a todos. Quantos problemas surgem quando alguém “não veste a camisa”? Mas bem, esse nosso papo merece um segundo tempo. Até a próxima coluna!

VÂNIA MAZZONI é diretora de RH. Site: www.novarh.com.br / E-mail: marketing@novarh.com.br

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