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Bolsonaro vai trocar embaixadores; Confira outros destaques do Pela Ordem

DA REDAÇÃO | 14/03/2019 | 05:01

Às vésperas de seu embarque para os Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem (13) que irá trocar os embaixadores americano e francês, além de outros 13. Segundo o presidente, o embaixador Sergio Amaral fica no cargo até sua viagem aos EUA. Bolsonaro reclamou ainda da sua péssima imagem no exterior, como homofóbico e intolerante. Ele demitiu sua assessoria internacional logo no início do governo.

O Democratas abriu o debate interno sobre a participação oficial do partido no governo federal. O assunto voltou a ser discutido ontem (13), na reunião da Executiva Nacional, por sugestão do governador de Goiás, Ronaldo Caiado. “Propus que a partir do dia de hoje nós possamos avançar nessa reflexão”, afirmou Caiado.

Com a aprovação de requerimento de convocação do ex-presidente da Vale Fábio Schvartsman e do atual Eduardo Bartolomeo, a Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado para apurar as causas do rompimento da barragem de Brumadinho, foi instalada nesta quarta-feira (13). A senadora Rose de Freitas (Pode-ES) e os senadores Raldolfe Rodrigues (Rede- AP) e Carlos Viana (PSB-MG) foram eleitos, respectivamente, presidente, vice-presidente e relator.

Segundo dos cinco filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) se emocionou ao lembrar da facada sofrida pelo pai durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), em setembro de 2018, durante entrevista ao canal da jornalista Leda Nagle no YouTube. “Eu vi meu pai indo embora duas vezes, virando os olhos. E tem canalha que olha pra gente e fala que aquela facada foi fake. Você entende a minha raiva?”, disse Carlos.

O presidente Jair Bolsonaro admitiu pela primeira vez ter vetado o nome da especialista em segurança pública Ilona Szabó de Carvalho para ser membro suplente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. “Dei carta branca para os ministros, mas tenho poder de veto, isso foi acertado”, disse Bolsonaro. Segundo ele, Ilona “não somaria nada” ao governo. Para Mourão, entretanto, o Brasil perdeu sem Ilona no cargo.

Associações de juristas e juízes entraram nesta quarta (13) com um pedido para que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, informe os critérios adotados por procuradores da força-tarefa da Lava Jato no Paraná para tentar criar um fundo bilionário com recursos de multas da Petrobras. A própria Dodge é contra a criação do fundo e foi ao STF para derrubá-lo. A Câmara dos Deputados teve a mesma iniciativa, além de alguns partidos políticos.


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