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Maia não se abala com prisão do sogro; Confira outros destaques do Pela Ordem

DA REDAÇÃO | 22/03/2019 | 05:01

O gestor de Governo e Finanças, José Antonio Parimoschi, participou ontem (21) do Smart City Expo Curitiba 2019. Parimoschi falou sobre governança em sociedades digitais, com o exemplo de Jundiaí na implantação de 370 km de rede de fibra ótica, do Fab Lab na Educação para acelerar o aprendizado, wifi público em praças e espaços públicos, governança web (gestão por resultados) na administração.

A juíza da 1ª Vara de Campo Limpo Paulista, Gabriela Rodrigues, suspendeu em caratér liminar a cobrança do IPTU e da taxa de lixo daquela cidade. Na última quarta-feira (20), moradores protestaram contra aumento de até 60%. Segundo a Justiça, a prefeitura tem que mostrar o cálculo feito para a taxa do lixo e tem de emitir novos carnês com valores do ano passado.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu a notícia de que seu sogro -o ex-ministro Moreira Franco- havia sido preso enquanto recebia deputados na residência oficial da Casa. Aliados dizem que ele agiu de forma serena com a novidade, leu algumas notícias sobre a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB) e terminou de despachar com parlamentares de partidos como DEM, PP e PRB antes de começar a fazer ligações para discutir as prisões.

O presidente interino, Hamilton Mourão, avaliou nesta quinta-feira (21) que a prisão do ex-presidente Michel Temer, assim como a de Luiz Inácio Lula da Silva, é “muito ruim para o país”. Para ele, agora é necessário aguardar as investigações da PF, que apura se a empreiteira Engevix pagou propina para campanha eleitoral do MDB. “Eu já falei sobre a mesma situação do presidente Lula. É muito ruim para o país você ter um ex-presidente preso.”

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu filho Luís Cláudio foram indiciados pela Polícia Federal sob suspeita de terem cometido crimes de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. A PF investigou pagamentos à empresa Touchdown, do filho de Lula, que chegaram a R$ 10 milhões, apesar de a empresa ter capital social de apenas R$ 1 mil.O caso está sendo analisado pela força-tarefa da Lava Jato em São Paulo.

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano (PT), afirmou que dará posse aos cinco deputados que estão presos, um deles em domiciliar. O anúncio foi feito no início da sessão desta quinta (21). Os deputados não terão direito a salário, gabinete e também não poderão contratar pessoas. Ceciliano informou ainda que acredita que os suplentes devem ser chamados em 48h.


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